Jazz and Bossa

O ponto de encontro para os fãs do Jazz e a música Brasileira

Informação

Chico Buarque

Grupo criado para homenagear o compositor Chico Buarque.

Site: http://www.chicobuarque.com.br/
Local: Porto Alegre - RS
Membros: 62
Última atividade: 1 Out

Chico Buarque



Chico Buarque


Francisco Buarque de Hollanda, conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944) é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda, iniciou sua carreira na década de 1960, destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música Popular Brasileira. Em 1969, com a crescente repressão da Ditadura Militar no Brasil, se auto-exilou na Itália, tornando-se, ao retornar, um dos artistas mais ativos na crítica política e pela democratização do Brasil. Na carreira literária, foi ganhador do Prêmio Jabuti, pelo livro Budapeste, lançado em 2004.

Casou-se e separou-se com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas: Sílvia, que é atriz e casada com Chico Diaz, Helena, casada com o percussionista Carlinhos Brown e Luísa. É irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina.


Biografia

Filho de Sérgio Buarque de Holanda, um importante historiador e jornalista brasileiro e de Maria Amélia Cesário Alvim.

Em 1946, passou a morar em São Paulo, onde o pai assumira a direção do Museu do Ipiranga. Sempre revelou interesses pela música - interesse que foi bastante reforçado pela convivência com intelectuais como Vinicius de Moraes e Paulo Vanzolini.

Em 1953, Sérgio Buarque de Holanda foi convidado para lecionar na Universidade de Roma, consequentemente, a família muda-se para a Itália. Chico torna-se trilingüe, na escola fala inglês, e nas ruas, italiano. Nessa época, suas primeiras "marchinhas de carnaval" são compostas, e, com as irmãs mais novas, Piiizinha, Cristina e Ana, encenadas.

De volta ao Brasil, produz suas primeiras crônicas no jornal Verbâmidas, do Colégio Santa Cruz, nome criado por ele. Sua primeira aparição na imprensa não foi cultural, mas policial, publicada, inclusive, no jornal Última Hora, de São Paulo. Com um amigo, furtou um carro para passear pela madrugada paulista, algo relativamente comum na época. Foi preso. "Pivetes furtaram um carro: presos" foi a manchete no dia seguinte com uma a foto de dois menores com tarjas pretas nos olhos. Chico não pôde mais sair sozinho à noite até que completasse 18 anos.

Início de Carreira

Chico Buarque chegou a ingressar no curso de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU) em 1963. Cursou dois anos e parou em 1965, quando começou a se dedicar à carreira artística. Neste ano, lançou Sonho de Carnaval, inscrita no I Festival Nacional de Música Popular Brasileira, transmitida pela TV Excelsor, além de Pedro Pedreiro, música fundamental para experimentação do modo como viria a trabalhar os versos, com rigoroso trabalho estilístico morfológico e politização, mais significativa na década de 70. A primeira composição séria, Canção dos Olhos, é de 1961.

Conheceu Elis Regina, que havia vencido o Festival de Música Popular Brasileira (1965) com a canção Arrastão; mas a cantora acabou desistindo de gravá-lo devido à impaciência com a timidez do compositor. Chico Buarque se revelou ao público brasileiro quando ganhou o mesmo Festival, no ano seguinte (1966), transmitido pela TV Record, com A Banda, interpretada por Nara Leão (empatou em primeiro lugar com Disparada, de Geraldo Vandré). No entanto, Zuza Homem de Mello, no livro A Era dos Festivais - Uma Parábola, revelou que a banda venceu o festival. O musicólogo preservou por décadas as folhas de votação do festival. Nelas, constam que a música a banda ganhou a competição por 7 a 5. Chico, ao perceber que ganharia, foi até o presidente da comissão e disse não aceitar a derrota de Disparada. Caso isso acontecesse, iria na mesma hora entregar o prêmio ao concorrente.

No dia 10 de outubro de 1966, data da final, iniciou o processo que designaria Chico Buarque como unanimidade nacional, alcunha criada por Millôr Fernandes.

Canções como Ela e sua Janela, de 1966, começam a demonstrar a face lírica do compositor. Com a observação da sociedade, como nas diversas vezes em que citação do vocábulo janela está presente em suas primeiras canções: Juca, Januária, Carolina, A Banda e Madelena foi pro Mar. As influências de Noel Rosa podem ser notadas em A Rita, 1965, citado inclusive na letra, e Ismael Silva, como em marchas-ranchos.

Festivais de MPB nos anos de 1960

No festival de 1967 faria sucesso também com Roda Viva, interpretada por ele e pelo grupo MPB-4 -- amigos e intérpretes de muitas de suas canções. Em 1968 voltou a vencer outro Festival, o III Festival Internacional da Canção da TV Globo. Como compositor, em parceira com Tom Jobim, com a canção Sabiá. Mas desta vez a vitória foi contestada pelo público, que preferiu a canção que ficou em segundo lugar: Pra não dizer que não falei de flores, de Geraldo Vandré.

A participação no Festival, com A Banda, marcou a primeira aparição pública de grande repercussão apresentando um estilo amparado no movimento musical urbano carioca da Bossa nova, surgido em 1957. Ao longo da carreira, o samba e a MPB também seriam estilos amplamente explorados.

Trilha-sonora e adaptações de livros

Chico participou como ator e compôs várias canções de sucesso para o filme Quando o Carnaval chegar, musical de Cacá Diegues. Compôs a canção-tema do longa-metragem Vai trabalhar Vagabundo, de Hugo Carvana -- Carvana chegou a modificar o roteiro a fim de usá-la melhor. Faria o mesmo com os filmes seguintes desse diretor: Se segura malandro e Vai trabalhar vagabundo II. Adaptou canções de uma peça infantil para o filme Os Saltimbancos Trapalhões do grupo humorístico Os Trapalhões e com interpretações de Lucinha Lins. Outras adaptações de uma peça homônima de sua autoria foram feitas para o filme A Ópera do Malandro, mais um musical cinematográfico. Vários filmes que tiveram canções-temas de sua autoria e que fizeram muito sucesso além dos citados: Bye Bye Brasil, Dona Flor e seus dois maridos e Eu te amo, os dois últimos com Sônia Braga. Recentemente, chegou a ter uma participação especial como ator no filme Ed Mort. Ele escreveu um livro que virou filme, Benjamim, que foi ao ar nos cinemas em 2003, tendo como personagens principais Cleo Pires, Danton Melo e Paulo José.

Teatro e literatura

Musicou as peças Morte e vida severina e o infantil Os Saltimbancos. Escreveu também várias peças de teatro, entre elas Roda Viva (proibida), Gota d'Água, Calabar (proibida), Ópera do malandro e alguns livros: Estorvo, Benjamim e Budapeste.

Chico Buarque sempre se destacou como cronista nos tempos de colégio, seu primeiro livro foi publicado em 1966, trazia os manuscritos das primeiras composições e o conto Ulisses, e ainda uma crônica de Carlos Drummond de Andrade sobre A Banda. Em 1974, escreve a novela pecuária Fazenda modelo e, em 1979, Chapeuzinho Amarelo, um livro-poema para crianças. A bordo do Rui Barbosa foi escrito em 1963 ou 1964 e publicado em 1981. Em 1991, publica o romance Estorvo e, quatro anos depois, escreve o livro Benjamim. Em 2004, o romance Budapeste ganha o Prêmio Jabuti. Oficialmente, a vendagem mínima de seus livros é de 500 mil exemplares no Brasil.

Programas de televisão

Deixou de participar de programas populares de televisão, tendo problemas com o apresentador Chacrinha, que teria feito uma piada com a letra da canção Pedro Pedreiro, ao ouvir o ensaio. Irritado, Chico foi embora e nunca se apresentou no programa. O executivo Boni proibiu qualquer referência a Chico durante a programação da TV Globo, depois que ambos também tiveram um entrevero, mas por pouco tempo, uma vez que ainda durante a década de 70 (e o começo da de 80) músicas suas constavam das trilhas de várias telenovelas, como Espelho Mágico e Sétimo Sentido. Ao fim da proibição vários anos depois, Chico aceitou fazer um programa com Caetano Veloso, que contou com a participação de outros artistas.

A crítica à Ditadura

Ameaçado pelo Regime Militar no Brasil, esteve exilado na Itália em 1969, onde chegou a fazer espetáculos com Toquinho. Nessa época teve suas canções Apesar de você (alusão negativa ao presidente Emílio Garrastazu Médici) e Cálice censuradas pela censura brasileira. Adotou o pseudônimo de Julinho da Adelaide, com o qual compôs apenas três canções: "Milagre Brasileiro", "Acorda amor" e "Jorge Maravilha". Na Itália Chico tornou-se amigo do cantor Lucio Dalla, de quem fez a belíssima Minha História, versão em português (1970) da canção Gesù Bambino (título verdadeiro 4 marzo 1943), de Lucio Dalla e Paola Palotino.

Ao voltar ao Brasil continuou com composições que denunciavam aspectos sociais, econômicos e culturais, como a célebre Construção ou a divertida Partido Alto. Apresentou-se com Caetano Veloso (que também foi exilado, mas na Inglaterra) e Maria Bethânia. Teve outra de suas músicas associada a críticas a um presidente do Brasil. Julinho da Adelaide, aliás, não era só um pseudônimo, mas sim a forma que o compositor encontrou para driblar a censura, então implacável ao perceber seu nome nos créditos de uma música. Para completar a farsa e dar-lhe ares de veracidade, Julinho da Adelaide chegou a ter cédula de identidade e até mesmo a conceder entrevista a um jornal da época.

Uma das canções de Chico Buarque que criticam a ditadura, é uma carta em forma de música, uma carta musicada que ele fez em homenagem ao Augusto Boal, que vivia no exílio, quando o Brasil ainda vivia sob a ditadura militar.

A canção se chama Meu Caro Amigo e foi dirigida a Boal, que na época estava exilado em Lisboa. A canção foi lançada originalmente num disco de título quase igual, chamado Meus Caros Amigos, do ano de 1976.

Nordeste já

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura, cantou, ainda que com uma participação individual diminuta, no coro da versão brasileira de We Are the World, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste Já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.

O "eu" feminino

Composições que se notabilizaram pela decantação de um "eu" feminino, retratando temas a partir do ponto de vista das mulheres com notória poesia e beleza: esse estilo é adaptado em Com açúcar e com afeto escrito para Nara Leão; continuou nessa linha com belas canções como Olhos nos Olhos e Teresinha, gravadas por Maria Bethânia, Atrás da Porta, interpretada por Elis Regina, e Folhetim, com Gal Costa e Iolanda (versão adaptada de letra original de Pablo Milanés), num dueto com Simone.

Os intérpretes de Chico

Para muitos fãs, o melhor intérprete das canções de Chico Buarque é o próprio Chico. Mas como ele nunca se negou a oferecer a seus amigos e familiares cantores composições originais, não se pode negar que algumas dessas canções passaram a ter versões "definitivas" em outras vozes, tal a qualidade das mesmas: além das citadas canções do "eu" feminino, temos o exemplo da antológica performance de Elis Regina na canção Atrás da Porta; Cio da Terra, com gravações emocionantes de Milton Nascimento e da dupla rural Pena Branca & Xavantinho; e de interpretações de Ney Matogrosso. O sucesso de Cio da Terra alcançado pela dupla sertaneja citada mostra, aliás, que a arte de Chico não se restringe ao entendimento das elites da MPB.

Isso já havia sido notado quando ele compôs diversos sambas (Olê Olá, Quando o Carnaval chegar), que agradavam o público e a maioria dos artistas tradicionais desse gênero musical. Não foi por menos que, já consagrado, em 1998, Chico Buarque foi tema do enredo da escola de samba Mangueira que sagrou-se campeã do carnaval naquele ano.

Deve-se mencionar ainda seu êxito com outras composições que fez para cantores populares já com a carreira em declínio, como nos casos de Ângela Maria, que gravou Gente Humilde e Cauby Peixoto com Bastidores. Dentre os artistas que regravaram músicas suas em estilo popular podem ser citados ainda Rolando Boldrin, que relançou Minha História e a banda Engenheiros do Hawaii que, no ano 2000, gravou Quando o Carnaval Chegar no CD 10.000 Destinos.

Parceiros

Desde muito jovem, conquistou reconhecimento de crítica e público tão logo os primeiros trabalhos foram apresentados. Ao longo da carreira foi parceiro como compositor e intérprete de vários dos maiores artistas da Música Popular Brasileira como Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Toquinho, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Os parceiros mais constantes são Francis Hime e Edu Lobo.

Obra teatral

Em 1965, a pedido de Roberto Freire (o escritor e terapeuta, não confundir com o político), diretor do Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (TUCA), Chico musicou o poema Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto, para a montagem da peça. Desde então, sua presença no teatro brasileiro tem sido constante:

Roda viva

A peça Roda viva foi escrita por Chico Buaque no final de 1967 e estreou no Rio de Janeiro, no início de 1968, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa, com Marieta Severo, Heleno Pests e Antônio Pedro nos papéis principais. A temporada no Rio foi um sucesso, mas a obra virou um símbolo da resistência contra a ditadura durante a temporada da segunda montagem, com Marília Pêra e Rodrigo Santiago. Um grupo de cerca de 110 pessoas do Comando de Caça aos Comunistas (CCC) invadiu o Teatro Galpão, em São Paulo, em julho daquele ano, espancou artistas e depredou o cenário. No dia seguinte, Chico Buarque estava na platéia para apoiar o grupo e começava um movimento organizado em defesa de Roda viva e contra a censura nos palcos brasileiros. Chico disse no documentário Bastidores, que pode ter havido um erro, e que peça que o comando deveria invadir acontecia em outro espaço do teatro.

Calabar

Calabar: o Elogio da Traição, foi escrita no final de 1973, em parceria com o cineasta Ruy Guerra e dirigida por Fernando Peixoto. A peça relativiza a posição de Domingos Fernandes Calabar no episódio histórico em que ele preferiu tomar partido ao lado dos holandeses contra a coroa portuguesa. Era uma das mais caras produções teatrais da época, custou cerca de 30 mil dólares e empregava mais de 80 pessoas. Como sempre, a censura do regime militar deveria aprovar e liberar a obra em um ensaio especialmente dedicado a isso. Depois de toda a montagem pronta e da primeira liberação do texto, veio a espera pela aprovação final. Foram três meses de expectativa e, em 20 de outubro de 1974, o general Antônio Bandeira, da Polícia Federal, sem motivo aparente, proibiu a peça, proibiu o nome "Calabar" e proibiu que a proibição fosse divulgada. O prejuízo para os autores e para o ator Fernando Torres, produtores da montagem, foi enorme. Seis anos mais tarde, uma nova montagem estrearia, desta vez, liberada pela censura.

Gota d'água

Em 1975, Chico escreveu com Paulo Pontes a peça Gota d'Água, a partir de um projeto de Oduvaldo Viana Filho, que já havia feito uma adaptação de Medéia, de Eurípedes, para a televisão. A tragédia urbana, em forma de poema com mais de quatro mil versos, tem como pano de fundo as agruras sofridas pelos moradores de um conjunto habitacional, a Vila do Meio-dia, e, no centro, a relação entre Joana e Jasão, um compositor popular cooptado pelo poderoso empresário Creonte. Jasão termina por largar Joana e os dois filhos para casar-se com Alma, a filha do empresário. A primeira montagem teve Bibi Ferreira no papel de Joana e a direção de Gianni Ratto. O saudoso Luiz Linhares foi um dos atores daquela primeira montagem.

Ópera do malandro

O texto da Ópera do malandro é baseado na Ópera dos mendigos (1728), de John Gay, e na Ópera de três vinténs (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill. O trabalho partiu de uma análise dessas duas peças conduzida por Luís Antônio Martinez Corrêa e que contou com a colaboração de Maurício Sette, Marieta Severo, Rita Murtinho e Carlos Gregório.

A equipe também cooperou na realização do texto final através de leituras, críticas e sugestões. Nessa etapa do trabalho, muito valeram os filmes Ópera de três vinténs, de Pabst, e Getúlio Vargas, de Ana Carolina, os estudos de Bernard Dort O teatro e sua realidade, as memórias de Madame Satã, bem como a amizade e o testemunho de Grande Otelo. Participou ainda o professor Manuel Maurício de Albuquerque para uma melhor percepção dos diferentes momentos históricos em que se passam as três óperas. O professor Werneck Viana contribuiu posteriormente com observações muito esclarecedoras. E Maurício Arraes juntou-se ao grupo, já na fase de transposição do texto para o palco. A peça é dedicada à lembrança de Paulo Pontes.
Chico Buarque

O Grande Circo Místico
Ver artigo principal: O Grande Circo Místico

Inspirado no poema do modernista Jorge de Lima, Chico e Edu Lobo compuseram juntos a canção homônima para este espetáculo. Em 1983, e durante os dois anos seguintes, viajaram o país apresentando este que foi um dos maiores e mais completos espetáculos já realizados. Um disco coletivo foi lançado pela Som Livre para registrar a obra, com interpretações de grandes nomes da MPB.

Discografia

* 1966: Chico Buarque de Hollanda
* 1966: Morte e Vida Severina
* 1967: Chico Buarque de Hollanda vol. 2
* 1968: Chico Buarque de Hollanda (compacto)
* 1968: Chico Buarque de Hollanda vol. 3
* 1969: Umas e Outras (compacto)
* 1969: Chico Buarque na Itália
* 1970: Apesar de Você
* 1970: Per un Pugno di Samba
* 1970: Chico Buarque de Hollanda - Nº4
* 1971: Construção
* 1972: Quando o Carnaval Chegar
* 1972: Caetano e Chico Juntos e ao Vivo
* 1973: Chico Canta
* 1974: Sinal Fechado
* 1975: Chico Buarque & Maria Bethânia ao Vivo
* 1976: Meus Caros Amigos
* 1977: Cio da Terra compacto
* 1977: Os Saltimbancos
* 1977: Gota d'Água
* 1978: Chico Buarque
* 1979: Ópera do Malandro



* 1980: Vida
* 1980: Show 1º de Maio (compacto)
* 1981: Almanaque
* 1981: Saltimbancos Trapalhões
* 1982: Chico Buarque en Espanhol
* 1983: Para Viver um Grande Amor
* 1983: O Grande Circo Místico
* 1984: Chico Buarque (Vermelho)
* 1985: O Corsário do Rei
* 1985: Malandro
* 1986: Melhores Momentos de Chico & Caetano
* 1986: Trilha Sonora do Filme "Ópera do Malandro"
* 1987: Francisco
* 1988: Dança da Meia-Lua
* 1989: Chico Buarque
* 1990: Chico Buarque ao vivo Paris Le Zenith
* 1993: Paratodos
* 1995: Uma Palavra
* 1997: Terra
* 1998: As Cidades
* 1998: Chico Buarque da Mangueira
* 1999: Chico ao Vivo



* 2001: Chico e as cidades (DVD)
* 2001: Cambaio
* 2002: Chico Buarque – Duetos
* 2003: Chico ou o país da delicadeza perdida (DVD)
* 2005: Meu Caro Amigo (DVD)
* 2005: A Flor da Pele (DVD)
* 2005: Vai passar (DVD)
* 2005: Anos Dourados (DVD)
* 2005: Estação Derradeira (DVD)
* 2005: Bastidores (DVD)
* 2006: O Futebol (DVD)
* 2006: Romance (DVD)
* 2006: Uma Palavra (DVD)
* 2006: Cinema (DVD)
* 2006: Saltimbancos (DVD)
* 2006: Roda Viva (DVD)
* 2006: Carioca (CD + DVD com o documentário Desconstrução)
* 2007: Carioca Ao Vivo
* 2007: Carioca Ao Vivo (DVD)

Outros trabalhos
Livros

* Fazenda Modelo
* Chapeuzinho Amarelo
* A bordo do Rui Barbosa (ilustrações de Vallandro Keating)
* Estorvo (primeiro romance)
* Benjamim
* Budapeste

Peças

* 1967/8: Roda Viva
* 1973: Calabar (co-escrita com Ruy Guerra)
* 1975: Gota d'água
* 1978: Ópera do Malandro
* 1983: O Grande Circo Místico

Filmes

* 1972: Quando o carnaval chegar (co-autor)
* 1983: Para viver um grande amor (co-autor)
* 1985: Ópera do Malandro

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4 Comentários

Heloísa Bellini Comentário de Heloísa Bellini em 6 agosto 2009 às 20:46
Os olhos verdes mais lindos que eu já vi. Tão claros e cristalinos como a beleza de suas composições. CHICO VOCÊ È DEMAIS!!!!!!!!!
Wilbert Sostre Comentário de Wilbert Sostre em 7 dezembro 2008 às 15:31
Manny Cepeda Ritmo Caribe Comentário de Manny Cepeda Ritmo Caribe em 7 dezembro 2008 às 15:02
I would love to hear some of his music! Thanks for the invite!!...Manny
Claudia Martinez Comentário de Claudia Martinez em 1 dezembro 2008 às 0:12
EL GRAN CHICO..! GRACIAS...!
 

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Artista da semana

Artista da semana (novembro 8 - 14) - Miguel Zenón

Artista da Semana - Miguel Zenón




http://www.miguelzenon.com/index.htm



Miguel Zenón Bio

“This young musician and composer is at once reestablishing the artistic, cultural, and social tradition of jazz while creating an entirely new jazz language for the 21st century.”

--MacArthur Foundation,2008.

Guggenheim and MacArthur Fellow Miguel Zenón was born and raised in San Juan, Puerto Rico. There, he studied classical saxophone at the famed Escuela Libre de Musica. Although Zenón was exposed to jazz while in high school, it wasn’t until he began his studies at the Berklee School of Music that his formal jazz training began. After graduating from Berklee, Zenón received a scholarship to attend Manhattan School of Music and in 2001, he received a Masters in Saxophone Performance. The distinguished list of educators he has studied with include: Angel Marrero, Leslie Lopez, Rafael Martinez, Danilo Perez, Dick Oatts, Dave Liebman, George Garzone and Bill Pierce.

In his relatively short, but rather illustrious career, Zenón has performed and/or recorded with a quite a diverse array of artists including: David Sanchez, Charlie Haden, The Village Vanguard Orchestra, Bobby Hutcherson, Bob Moses and Mozamba, The Either Orchestra, Guillermo Klein y Los Guachos, The Mingus Big Band, Jerry Gonzalez & The Fort Apache Band, Ray Barretto, and Steve Coleman, among others.

In 2004 Zenón was asked to become one of the founding members of the SF Jazz Collective; an octet whose past and present members include Joshua Redman, Bobby Hutcherson, Nicholas Payton, Joe Lovano, Dave Douglas and Brian Blade. The members, who participate in a residency period where they workshop and rehearse new music, divide their time (roughly two months) between composing, performing and teaching. The SF Jazz Collective has toured in the US, Canada, Asia, and Europe and to date, have released five critically acclaimed live recordings, garnering them a spot in the Downbeat Critic’s Poll Rising Star Small Group category in both 2006 and 2007 – an honor which, coincidentally, they shared with Zenón’s own quartet.

The Saxophonist and Composer has released four recordings as a Leader. His debut CD Looking Forward, was selected by the New York Times as the number one independent jazz record of 2002. In 2004, after being one of the first artists signed to Marsalis Music, he released the critically acclaimed Ceremonial. This same year also marked the beginning of three consecutive years on the top of the Downbeat Critic’s Poll in the Rising Star Alto Sax category. Zenón topped that category as well in 2008,making that the fourth time in the last five years. In 2005 Zenón was honored by Billboard magazine as one of the “Faces to Watch-- 30 Under 30: Top Young Acts and Executives.” That year Zenón also released Jibaro, a tribute to the "Musica Jibara" of Puerto Rico and commissioned by a grant from the New York State Council of the Arts. Like his previous recordings, Jibaro was uniformly well received and appeared on many top ten lists including The New York Times, Latin Beat, El Nuevo Dia, and the Chicago Tribune. In 2006, the readers of Jazz Times Magazine voted him the Best New Artist of the Year. Awake, his fourth recording as a leader was released in April 2008. It was chosen as one of the Best Jazz Cd's of 2008 by Jazz.com, Jazz Improv Magazine, Cuadernos de Jazz, JazzTimes and El Nuevo Dia, among others. (Read Reviews)

In addition to touring extensively throughout the US and Europe and Latin America with his quartet, Zenón has made teaching a priority in his professional career. In 2003, as part of the Kennedy Center’s Jazz Ambassador’s Program, Zenón’s quartet was selected to teach and perform throughout West Africa. Since then he as done master classes, clinics and/or residencies in such diverse institutions as the Banff Centre, University of Manitoba, LeMoyne College, UMASS-Amherst, the Brubeck Institute, Berklee College of Music, Conservatoire de Paris, Rotterdam Conservatory, Manhattan School of Music, Amsterdam Conservatory and the Diaz Institute. Zenón also serves as a private saxophone instructor at The New School for Jazz and Contemporary Music in New York. Starting in the Fall of 2009, Zenón will be joining the Jazz Faculty at the New England Corservatory in Boston,MA.

In April 2008 Zenón received a fellowship from the prestigious John Simon Guggenheim Foundation to work on his next project, which focused on Plena Music from Puerto Rico. Later that year he was one of 25 distinguished individuals chosen to receive the coveted MacArthur Grant, also know as the “Genius Grant”.

Artista da Semana: Dani Gurgel (novembro 1 - 7)

Artista da Semana - Dani Gurgel



Biografia

DANI GURGEL trilhou uma escalada de instrumento a instrumento até encontrar o seu: a voz. Como instrumentista foram 15 anos. Dani foi saxofonista da big band regida por Roberto Sion e da banda que acompanhava o Zimbo Trio. Foi quando nasceram suas primeiras músicas que começou a cantá-las, despretensiosamente, no grupo de compositores “Quincas”.

Ao montar o repertório de seu primeiro show solo, após bastante dedicação ao novo instrumento, Dani Gurgel decidiu-se pelas canções de seus contemporâneos, ao invés das já consagradas. Assim surgiu a série de shows “Dani Gurgel e Novos Compositores”, que direcionou o repertório de seus três discos e foi tema do concerto que fez junto com a Orquestra Tom Jobim, como convidada e curadora.

A cantora e compositora foi vencedora na categoria música popular do Prêmio Nascente, mantido pela USP, onde se formou em Comunicação Social. Da faculdade, ela traz o interesse pelas mudanças na música com o digital, já abordado no seu trabalho de conclusão de curso em 2007, e também a busca incansável por novos meios de levar seu som até o público.

AGORA – Dani Gurgel e Novos Compositores, terceiro disco da cantora e compositora paulistana Dani Gurgel, é inspirado na série de shows homônima apresentada em 2007, na qual Dani convidava seus contemporâneos a participarem dos shows e apresentarem suas músicas. O novo trabalho reúne canções inéditas e conta com a participação de 23 jovens músicos da nova cena musical brasileira. Um trabalho eclético, amarrado pela interpretação de Dani, combinada com cada convidado. Brincando, vai do jazz ao pop. Há sambas, como “Linha na Pipa”, de Vinicius Calderoni, grooves, por exemplo, “Clinch”, de Danilo Moraes e Ricardo Teté, e outros quase eruditos, como a canção “Depois”, parceria de Dani com Tatiana Parra.
credits
released 16 September 2009
Produzido por Thiago Rabello
Co-produzido e idealizado por Dani Gurgel

Dani Gurgel [voz]
Thiago Rabello [bateria]
Debora Gurgel [piano]
Daniel Amorin [baixo acústico e elétrico]
Michi Ruzitschka [violão e guitarra]
André Kurchal [percussão]

Participação especial:
Conrado Goys [violão] em "Lé com Cré"
Jaziel Gomes [trombone] em "Clinch"
Ubaldo Versolato [clarinete e clarone] em "Lé com Cré" e "Depois"

E os compositores, que participam em suas respectivas canções:
Rafa Barreto, Vinicius Calderoni, Danilo Moraes, Ricardo Teté, Dani Black, Leo Versolato, Tatiana Parra, Tó Brandileone, Leo Bianchini, Demetrius Lulo, Wagner Barbosa, Ricardo Barros.


http://www.danigurgel.com.br/musica/index.html


Dani Gurgel - Neneca from Dani Gurgel on Vimeo.

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