Jazz and Bossa

O ponto de encontro para os fãs do Jazz e a música Brasileira

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Gal Costa

Grupo criado para homenagear a cantora Gal Costa

Site: http://www.galcosta.com.br
Membros: 41
Última atividade: 1 Out

Gal Costa




Gal Costa, nome artístico de Maria da Graça Costa Penna Burgos, (Salvador, 26 de setembro de 1945) é uma cantora brasileira.

Gal Costa é filha de Mariah Costa Pena, falecida em 1993 que foi sua grande incentivadora, e Arnaldo Burgos. Sua mãe contava que durante a gravidez passava horas concentrada ouvindo música clássica, como num ritual, com a intenção de que esse procedimento influísse na gestação e fizesse que a criança que estava por nascer fosse, de alguma forma, uma pessoa musical. Gal jamais conheceu o seu pai, que faleceu quando ela tinha por volta de 15 anos. Por volta de 1955 se torna amiga das irmãs Sandra e Dedé (Andréia) Gadelha, futuras esposas dos compositores Gilberto Gil e Caetano Veloso, respectivamente. Em 1959 ouve pela primeira vez o cantor João Gilberto cantando Chega de saudade (Tom Jobim/Vinícius de Morais) no rádio; João também exerceu uma influência muito grande na carreira da cantora, que também trabalhou como balconista da principal loja de discos de Salvador da época, a Roni Discos. Em 1963 é apresentada a Caetano Veloso por Dedé Gadelha, inciciando-se a partir uma grande amizade e profunda admiração mútua que perdura até hoje.

Carreira

Gal estreou ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Tom Zé e outros, o espetáculo Nós, por exemplo (22 de agosto de 1964), que inaugurou o Teatro Vila Velha, em Salvador. Nesse mesmo ano participou de Nova Bossa Velha, Velha Bossa Nova, no mesmo local e com os mesmos parceiros. Deixa Salvador para viver na casa da prima Nívea, no Rio de Janeiro, seguindo os passos de Maria Bethânia, que havia estourado como cantora no espetáculo Opinião.

A primeira gravação em disco se deu no disco de estréia de Maria Bethânia (1965): o duo Sol Negro (Caetano Veloso), seguido do primeiro compacto, com as canções Eu vim da Bahia, de Gil, e Sim, foi você, de Caetano - ambos lançados pela RCA, que posteriormente transformou-se em BMG (atualmente Sony BMG) - gravadora à qual Gal retornaria em 1984, com o álbum Profana. No fim do ano conhece João Gilberto pessoalmente. Participou do I Festival Internacional da Canção, em 1966, interpretando a canção Minha senhora (Gilberto Gil e Torquato Neto), que não emplacou.

O primeiro LP foi lançado em 1967, ao lado de Caetano Veloso, Domingo, pela gravadora Philips, que posteriormente transformou-se em Polygram (atualmente Universal Music), permanecendo neste selo até 1983. Desse disco fez grande sucesso a canção "Coração vagabundo", de Caetano Veloso. Participou também do III Festival de Música Popular Brasileira defendendo as canções Bom dia (Gilberto Gil/Nana Caymmi) e Dadá Maria (Renato Teixeira), esta última em dueto com o Sílvio César no Festival e com Renato Teixeira na gravação.

Em 1968 participou do disco Tropicália ou Panis et Circencis (1968), com as canções Mamãe coragem (Caetano Veloso e Torquato Neto), Parque industrial (Tom Zé) e Enquanto seu lobo não vem (Caetano Veloso), além de Baby (Caetano Veloso), o primeiro grande sucesso solo, que se tornou um clássico. No mesmo ano participa do III Festival Internacional da Canção (TV Globo), defendendo a canção Gabriela Mais Bela, (Roberto Carlos e Erasmo Carlos). Em novembro participa do IV Festival da Record defendendo a canção Divino maravilhoso (Caetano e Gil). Lançou o primeiro disco solo, Gal Costa (1969), que além de "Baby" e "Divino maravilhoso" traz "Que pena (Ele já não gosta mais de mim" (Jorge Benjor) e "Não identificado" (Caetano Veloso), todas grandes sucessos. No mesmo ano gravou o segundo disco solo, "Gal", que traz os hits "Meu nome é Gal" (Roberto e Erasmo Carlos) e "Cinema Olympia" (Caetano Veloso), desse disco gerou o espetáculo Gal!.

Em 1970 viaja para Londres para visitar Caetano Veloso e Gilberto Gil, exilados pela ditadura militar, e dessa viagem traz algumas músicas incluídas em seu disco seguinte, "Legal". Do repertório desse trabalho fizeram grande sucesso as músicas "London London" (Caetano Veloso) e "Falsa baiana" (Geraldo Pereira).

Em 1971 grava um compacto duplo importantíssimo em sua carreira, onde estão os grandes sucessos "Sua estupidez" (Roberto e Erasmo Carlos) e "Você não entende nada" (Caetano Veloso). Nesse mesmo ano realiza um dos seus shows mais importantes, "Fa-Tal", dirigido por Waly Salomão e que gravado ao vivo gerou o disco que até hoje é considerado por muuitos críticos como o mais importante de sua carreira, o "Fa-Tal / Gal a Todo Vapor", que traz grandes sucessos como "Vapor barato" (Jards Macalé - Waly Salomão), "Como 2 e 2" (Caetano Veloso) e "Pérola negra" (Luiz Melodia).

Em 1973 grava o disco "Índia", que traz os sucessos "Índia" (J. A. Flores - M. O. Guerreiro - versão José Fortuna) e "Volta" (Lupicínio Rodrigues), e desse disco faz outro show muito bem sucedido, também dirigido por Waly Salomão, "Índia". Nesse nesmo ano participa do Festival Phono 73, que gerou três discos, onde Gal gravou com sucesso as músicas "Trem das onze" (Adoniran Barbosa) e "Oração de Mãe Menininha" (Dorival Caymmi), em dueto com Maria Bethânia.

Em 1974 Gal grava o disco "Cantar", dirigido por Caetano Veloso, que traz os sucessos "Barato total" (Gilberto Gil), "Flor de maracujá" e "Até quem sabe" (ambas de João Donato e Lysia Enio) e "A rã" (João Donato e Caetano Veloso). Desse disco gerou o show "Cantar", que não foi bem recebido pelo público de Gal, por se tratar de um disco muito suave, contrastando com a imagem forte que a cantora criara a partir do movimento tropicalista.

Em 1975 Gal faz imenso sucesso ao gravar para a abertura da telenovela da Rede Globo "Gabriela" a canção "Modinha para Gabriela" (Dorival Caymmi). Desse ano também é o sucesso "Teco teco" (Pereira da Costa - Mílton Vilela), lançada em compacto. O grande sucesso da canção de Caymmi motivou a gravação do disco "Gal Canta Caymmi", lançado em 1976, que traz os hits "Só louco", "Vatapá", "São Salvador" e "Dois de fevereiro", todas de Dorival Caymmi.

Nesse mesmo ano, ao lado dos colegas Gilberto Gil, Caetano e Maria Bethânia, participa do show "Doces Bárbaros", nome do grupo batizado e idealizado por Bethânia, espetáculo que rodou o Brasil e gerou o disco Doces Bárbaros. O disco é considerado por muitos uma obra-prima; apesar disto, curiosamente na época do lançamento (1976) foi duramente criticado. Doces Bárbaros era uma típica banda hippie dos anos 70 e, ao longo dos anos, foi tema de filme, DVD, enredo da escola de samba GRES Estação Primeira de Mangueira em 1994 com o enredo Atrás da verde-e-rosa só não vai quem já morreu, já comandaram trio elétrico no carnaval de Salvador, espetáculos na praia de Copacabana e uma apresentação para a Rainha da Inglaterra. Inicialmente o disco seria gravado em estúdio, mas por sugestão de Gal e Bethânia, foi o espetáculo que ficou registrado em disco, sendo quatro daquelas canções gravadas pouco tempo antes no compacto duplo de estúdio, com as canções Esotérico, Chuckberry fields forever, São João Xangô Menino e O seu amor, todas gravações raras.

Em 1977 Gal lança o disco "Caras & Bocas", que traz os sucessos "Tigresa" (Caetano Veloso) e "Negro amor (It's all over now, baby blue)". Desse disco gerou-se o show "Com a Boca no Mundo".

Em 1978 Gal lança aquele que seria o primeiro disco de ouro de sua carreira, "Água Viva", que trouxe os sucessos "Folhetim" (Chico Buarque), "Olhos verdes" (Vicente Paiva) e "Paula e Bebeto" (Mílton Nascimento - Caetano Veloso). Desse disco surgiu o espetáculo "Gal Tropical", onde Gal Costa deu uma virada em sua carreira, mudando drásticamente de imagem, passando de musa hippie para uma cantora mais madura, sensual e chic. O show "Gal Tropical" foi um imenso sucesso de público e crítica, e gerou o disco "Gal Tropical", em que Gal cantou alguns dos maiores sucessos de sua carreira, como "Balancê" (João de Barro - Alberto Ribeiro), "Força estranha" (Caetano Veloso), "Noites cariocas" (Jacob do Bandolim - Hermínio Bello de Carvalho), além das regravações dos grandes sucessos "Índia" e "Meu nome é Gal".

Desde a década de 1960, quando surgiram os especiais do Festival de Música Popular Brasileira (TV Record) até o final da década de 1980, a televisão brasileira foi marcada pelo sucesso dos espetáculos transmitidos; apresentando os novos talentos registravam índices recordes de audiência. Gal Costa participou do especial Mulher 80 (Rede Globo), um desses momentos marcantes da televisão. O programa exibiu uma série de entrevistas e musicais cujo tema era a mulher e a discussão do papel feminino na sociedade de então abordando esta temática no contexto da música nacional e da inegável preponderância das vozes femininas, com Maria Bethânia, Gal Costa, Elis Regina, Fafá de Belém, Zezé Motta, Marina Lima, Simone Bittencourt de Oliveira, Rita Lee, Joanna e as participações especiais das atrizes Regina Duarte e Narjara Turetta, que protagonizaram o seriado Malu Mulher.

Em 1980 Gal gravou o disco "Aquarela do Brasil", focado na obra do compositor Ary Barroso, e que trouxe hits como "É luxo só" (Ary Barroso - Luiz Peixoto), "Aquarela do Brasil", "Na Baixa do Sapateiro", "Camisa amarela" e "No tabuleiro da baiana" (todas de Ary Barroso).

Em 1981 Gal estreou o show "Fantasia", um grande fracasso de crítica, mas que gerou um dos mais bem sucedidos discos de sua carreira, tanto de público quanto de crítica, o premiado "Fantasia", que trouxe vários sucessos, como "Meu bem meu mal", "Massa real" (ambas de Caetano Veloso), "Açaí", "Faltando um pedaço" (ambas de Djavan), "O amor" (Caetano Veloso - Ney Costa Santos - Vladmir Maiakovski), "Canta Brasil" (David Nasser - Alcir Pires Vermelho) e "Festa do interior" (Moraes Moreira - Abel Silva). Com o grande sucesso do disco, Gal convidou Waly Salomão para dirigir o show "Festa do Interior" que a redimiu do grande fracasso do show "Fantasia".

Em 1982 Gal gravou outro disco de sucesso, "Minha Voz", em que se destacaram as gravações de "Azul" (Djavan), "Dom de iludir", "Luz do sol" (ambas de Caetano Veloso), "Bloco do prazer" (Moraes Moreira - Fausto Nilo), "Verbos do amor" (João Donato e Abel Silva) e "Pegando fogo" (Francisco Mattoso - José Maria de Abreu).

Em 1983 Gal grava outro disco bem sucedido comercialmente, "Baby Gal", que também se tornou um show, e que trouxe os sucessos "Mil perdões" (Chico Buarque), "Rumba louca" (Moacyr Albuquerque - Tavinho Paes), além da regravação de "Baby".

Originalmente idealizado para a montagem do ballet teatro do Balé Teatro Guaíra (Curitiba, 1982), o espetáculo O Grande Circo Místico foi lançado em 1983. Gal Costa integrou o grupo seleto de artistas da MPB que viajaram pelo país apresentando o projeto, um dos maiores e mais completos espetáculos teatrais, para uma platéia de mais de 200 mil pessoas, em quase 200 apresentações. Gal Costa interpretou a canção A História de Lili Braun, musicado pela dupla Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo conta a história de amor entre um aristocrata e uma acrobata e a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knie, que vagava pelo mundo nas primeiras décadas do século.

Em 1984 Gal deixa a gravadora Philips e assina contrato com a RCA, onde grava o disco "Profana", que traz os hits "Chuva de prata" (Ed Wilson - Ronaldo Bastos), "Nada mais (Lately)" (Stevie Wonder - versão: Ronaldo Bastos) e "Vaca profana" (Caetano Veloso).

Em 1985 grava o disco "Bem Bom", com os sucessos "Sorte" (Celso Fonseca - Ronaldo Bastos), cantada em dupla com Caetano Veloso, e "Um dia de domingo" (Michael Sullivan - Paulo Massadas), em dupla com Tim Maia.

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura e feminismo, cantou no coro da versão brasileira de We are the world, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes numa criação coletiva, surgiu o compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.

Em atitude que surpreendeu muitos dos fãs, em fevereiro deste mesmo ano, posou nua para a edição 127 da extinta revista Status, poucos meses antes de completar quarenta anos.

Lançou em 1987 o disco e o espetáculo Lua de Mel Como o Diabo Gosta, um fracasso de crítica, mas que trouxe mais alguns sucessos à carreira da cantora: "Lua de mel" (Lulu Santos), "Me faz bem" (Mílton Nascimento - Fernando Brant) e "Viver e reviver (Here, there, and everywhere)" (Lennon - McCartney - versão: Fausto Nilo).

Em 1988 Gal grava com grande sucesso a música "Brasil" (Cazuza - Nilo Romero - George Israel) para a abertura da novela da Rede Glovo "Vale tudo".

Em 1990 gravou o disco "Plural", que traz os sucessos de "Alguém me disse" (Jair Amorim - Evaldo Gouveia), "Nua idéia" (João Donato - Caetano Veloso) e "Cabelo" (Jorge Benjor - Arnaldo antunes).

Em 1992 lança o disco "Gal", com repertório em boa parte extraído do show "Plural", e do qual fez sucesso a música "Caminhos cruzados" (Tom Jobim - Newton Mendonça).

Em 1994, reuniu-se com Gil, Caetano e Bethânia, na quadra da escola de samba Mangueira, para o show "Doces Bárbaros na Mangueira", que comemorou os 18 anos dos Doces Bárbaros.

Em 1994 Gal lançou o disco "O sorriso do gato de Alice", com o sucesso "Nuvem negra" (Djavan). Desse disco gerou-se o show de mesmo nome, com direção de Gerald Thomas, que causou polêmica por Gal cantar a música "Brasil" com os seios nus.

Em 1995, lançou "Mina d'água do meu canto", trazendo apenas composições de Chico Buarque e Caetano Veloso, e do qual fez sucesso a música "Futuros amantes" (Chico Buarque).

Em 1997, gravou o CD "Acústico MTV", no qual cantou vários sucessos de sua carreira e lançou com sucesso uma nova versão de "Lanterna dos Afogados", cantando ao lado do autor da canção, Herbert Vianna.

Em 1998 gravou o CD "Aquele frevo axé", com o hit "Imunização racional (Que beleza)" (Tim Maia), e, em 1999, lançou um disco duplo ao vivo "Gal Costa Canta Tom Jobim Ao Vivo", cantando somente clássicos do repertório de Antônio Carlos Jobim.

Em 2001, gravou o CD "Gal de tantos amores", contendo a música "Caminhos do mar" (Dorival Caymmi, Danilo Caymmi e Dudu Falcão). Nesse mesmo ano, foi incluída no Hall of Fame do Carnegie Hall, após participar do show "40 anos de Bossa Nova", em homenagem a Tom Jobim, ao lado de César Camargo Mariano e outros artistas.

Em 2002, lançou o CD "Bossa Tropical", no qual registrou a faixa "Socorro" (Alice Ruiz e Arnaldo Antunes), sucesso originalmente gravado pela cantora Cássia Eller.

Em 2003 lançou o CD "Todas as coisas e eu", contendo clássicos da MPB, como "Nossos momentos" (Haroldo Barbosa - Luis Reis), que fez sucesso.

Em 2005, lançou pela gravadora Trama o CD "Hoje", produzido por César Camargo Mariano, onde Gal reuniu várias canções novas de compositores pouco conhecidos do grande público, tendo se destacado "Mar e sol" (Carlos Rennó e Lokua Kanza).

Em 2006 realiza temporada na casa de shows Blue Note, em Nova York, espetáculo que é gravado e lançado em setembro no CD "Gal Costa Live At The Blue Note", lançado originalmente nos Estados Unidos e Japão e somente em 2007 no Brasil. Ainda em 2006 lança pela gravadora Trama o CD e DVD "Gal Costa Ao Vivo", gravados durante a temporada do show "Hoje".

Discografia

Universal Music/Philips/Polygram

* Domingo (com Caetano Veloso) (1967)
* Gal Costa (1969)
* Gal (1969)
* Legal (1969)
* Fa-Tal / Gal a Todo Vapor - ao vivo (1971)
* Índia (1973)
* Temporada de verão - ao vivo na Bahia (com Caetano Veloso e Gilberto Gil) (1974)
* Cantar (1974)
* Gal Canta Caymmi (1976)
* Doces Bábaros - ao vivo (com Caetano Veloso, Gilbeto Gil e Maria Bethânia) (1976)
* Caras e Bocas (1977)
* Água Viva (1978)
* Gal Tropical (1979)
* Aquarela do Brasil (1980)
* Fantasia (1981)
* Minha Voz (1982)
* Baby Gal (1983)

Sony BMG/BMG/RCA

* Profana (1984)
* Bem Bom (1985)
* Lua de Mel Como o Diabo Gosta (1987)
* Plural (1990)
* Gal (1992)
* O Soriso do Gato de Alice (1993)
* Mina d'Água do Meu Canto (1995)
* Acústico MTV - ao vivo (1997)
* Aquele Frevo Axé (1998)
* Gal Costa Canta Tom Jobim Ao Vivo (1999)
* Gal de Tantos Amores (2001)

Abril Music

* Bossa Tropical (2002)

Indie Records

* Todas as Coisas e Eu (2003)

Trama

* Hoje (2005)
* Gal Costa Live At The Blue Note (2006)
* Gal Costa Ao Vivo (2006)

DVD

* Acústico MTv 1997
* Gal Costa Canta Tom Jobim Ao Vivo 2000
* Outros (Doces) Bárbaros 2004
* Ensaio 2005
* Roda Viva 2005
* Gal Costa Ao Vivo 2006

Participações

Em álbuns de outros artistas

* Circuladô, Caetano Veloso, O Cu Do Mundo
* 20 Anos, Convida Boca Livre, Ponta de Areia
* Joyce Joyce, Mistérios
* Rita Lee, Bossa N'Roll ao Vivo, Rita Lee, Mania de Você
* Duetos com Mestre Lua, Luiz Gonzaga, Forró Nº 1
* Tom Jobim e Convidados, Tom Jobim, Tema de amor por Gabriela
* O Melhor de Mercedes Sosa, Mercedes Sosa, Volver a Los 17
* Maria Bethânia, Maria Bethânia, Oração de Mãe Menininha
* Acústico e Ao Vivo, Vários, Flor da pele (Pot-pourri)
* Maria Bethânia - Novo Millennium, Maria Bethânia, Sonho Meu
* Maria Bethânia - Novo Millennium, Maria Bethânia, Oração de Mãe Menininha
* Essas Parcerias, Francis Hime, Um Dueto
* Bethânia Revisitada, Maria Bethânia, Sonho meu

Em DVD de outros artistas

* Carnaval, Balancê
* Carnaval, Pegando fogo
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Oração de Mãe Menininha
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Sebastiana
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Trem das onze
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Sebastiana
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Orações de Mãe Bethânia
* Show Viva Brasil em Paris, Garota de Ipanema
* Show Viva Brasil em Paris, Falsa Baiana

Televisão

Participação em especiais de TV

* Mulher 80 - Globo'79
* Maria da Graça Costa Pena Burgos - Globo
* Programa do Faustão Rede Globo - 98
* Gal e Caetano no Metropolitan RJ - Multishow
* SBT Repórter comemorativo dos 50 anos
* Noite de Reveillon / 96 -
* Projeto Atlântico - RTP1
* Índia / 1973 - Rede Bandeirantes
* Gal - Rede Manchete / 1994
* Baby Gal- Rede Globo
* Gal canta Tom Jobim - Direct TV (nov/1999)

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Heloísa Bellini Comentário de Heloísa Bellini em 7 março 2009 às 21:35
SALVE, SALVE A MAIOR CANTORA DO BRASIL.
SARAVÁ!!!
Wilbert Sostre Comentário de Wilbert Sostre em 7 dezembro 2008 às 15:23
Manny Cepeda Ritmo Caribe Comentário de Manny Cepeda Ritmo Caribe em 7 dezembro 2008 às 15:05
Thanks so much for the invite. Anyone have any videos of her?
Thanks.... Manny
Claudia Martinez Comentário de Claudia Martinez em 1 dezembro 2008 às 0:06
LA AMO! GRACIAS LUIS!
Wilbert Sostre Comentário de Wilbert Sostre em 27 novembro 2008 às 14:08
 

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Artista da semana

Artista da Semana (novembro 22 - 28) - Pauline Jean

Artista da Semana - Pauline Jean



Jazz vocalist Pauline Jean is a native New Yorker of Haitian descent. In 2007 Pauline graduated cum laude from the Berklee College of Music with a BM degree in Vocal Performance. After graduating from Berklee, Pauline returned to New York and immediately became actively involved in the music community. Pauline has been building on the classic art form of jazz by adding her own fresh approach. Her repertoire includes original compositions, unique arrangements of the standards, blues and traditional Afro-Haitian music fused with jazz. Her musical renditions are performed both in English and in her parents’ native tongue kreyòl. Pauline's velvety voice has a range from the low resonance and earthiness of the great Sarah Vaughan to the electrifying voltage of Nina Simone.

Her extraordinary performances have led her to share the stage with a variety of musicians such as Nina Simone’s percussionist Leopoldo Fleming, Randy Weston, Dave Valentin, Ted Curson, Terri Lyne Carrington, Ingrid Jensen, Miriam Sullivan, Luis Perdomo, Alvin Atkinson, Jr., Buyu Ambroise and Emeline Michel.

Pauline has been featured in many venues such as: Lincoln Center, United Nations, Scullers Jazz Club, St. Peter’s Church, Metropolitan Room, Kitano, Chelsea Art Museum, Zinc Bar, Minton's Playhouse, Cachaca, SOB’s, Sage Theater, Enzo’s Jazz Room and the Berklee Performance Center. She has also performed at the 2nd Annual Women in Jazz Festival, the JVC Jazz Festival-New York, the Haitian Jazz Festival and the St. Kitts-Nevis SAS Jazz Reggae Vibes Festival.

Her most recent successes include performing at the 44th International Pori Jazz Festival in Finland and a tribute to Nina Simone at The Cabaret at the Connoisseur Room in Indianapolis, where she was celebrated with standing ovations by an enthusiastic audience for three stellar performances.

Pauline released her debut CD A Musical Offering in June 2009. The album is stirring and best described as swingin’, bluesy and soulful. Musicians on this project include: Sharp Radway (piano), Corcoran Holt (bass), Alvin Atkinson, Jr. (drums), McClenty Hunter (drums), Markus Schwartz (percussion), Marcelo Woloski (percussion), Jean Caze (trumpet) and Thaddeus Hogarth (harmonica).

For more information about Pauline, please visit her website at www.paulinejean.com.

FOR BOOKING INQUIRIES PLEASE EMAIL: pauline@paulinejean.com






Pauline Jean

Artista da Semana (novembro 15 -21) - Anat Cohen

Artista da Semana - Anat Cohen





Anat Cohen

An established bandleader and prolific composer, idiomatically conversant with modern and traditional jazz, classical music, Brazilian choro, Argentine tango, and an expansive timeline of Afro-Cuban styles, Anat Cohen has established herself as one of the primary voices of her generation on both the tenor saxophone and clarinet since arriving in New York in 1999.

In September 2008, Anat Cohen released Notes From The Village, her fourth album as a leader. Recorded at Avatar studios in New York City, the album builds on Cohen's acclaimed 2007 releases, captures the thrilling energy of her live shows, and proves her to be an artistically adventurous writer and performer. Notes From The Village finds Anat leading a quartet of some of the most sought-after, engaging young performers in New York, including pianist Jason Lindner, bassist Omer Avital, and drummer Daniel Freedman, with accompaniment from guitarist Gilad Hekselman on three tracks. The album features compositions written by Cohen as well as her interpretations of songs by Fats Waller, John Coltrane, Sam Cooke and Ernesto Lecuona.

“In preparing for the recording,” says Anat “I really wanted to capture the free, risk-taking, open quality this band achieves when performing live. I also wanted to stretch my compositions, and arrangements.” Early responses to the album have been overwhelmingly positive; The New York Times’ Nate Chinen wrote that “Notes From The Village is a resounding confirmation; yes, she is the real deal”, DownBeat Magazine awarded the release four stars, stating that “Cohen makes it seem easy, mixing a gift for melody and an improvisational fluidity that has few peers today.” Anat’s previous outings, Noir and Poetica were released simultaneously in April 2007, inspiring a string of enthusiastic reviews. The Washington Post said that “Cohen has emerged as one of the brightest, most original young instrumentalists in jazz [...] [she] has expanded the vocabulary of jazz with a distinctive accent of her own.” The Village Voice spoke of her “Enviable insouciance” and how “she alludes to the mystical in a merry way,” and Downbeat magazine expressed the opinion that “Noir could be a classic” and “[Cohen’s] stately intonation and unforced elegance on clarinet could take her to the top.”

Anat has performed for audiences in New York’s Village Vanguard, Jazz Standard, Iridium, The Jazz Gallery, and the JVC Jazz Festival. She has also appeared at the Chicago Jazz Festival, Washington DC’s Kennedy Center, San Francisco’s Yoshi's, Boston’s Regattabar, the North Sea Jazz Festival, the Monterey Jazz Festival, and the Montreal Jazz Festival. Anat’s July 2007 engagement at the Village Vanguard in New York was a historic one; Anat is the first female reed player, and the first Israeli to headline at the club. Ms. Cohen’s accomplishments have been recognized in a flurry of awards and distinctions from critics and fans alike; She topped the Rising Star- Clarinet category in DownBeat Magazine’s critics poll in both 2007 and
2008, and placed prominently in a total of four categories including Rising Star Jazz Artist - where she ranked second and was the only female artist to make the list. Anat was also mentioned on DownBeat’s readers poll in 2007 and 2008. The Jazz Journalists Association named Anat Cohen Clarinetist of the Year by in both 2007 and 2008 – the first time in the history of the awards that an artist has earned top clarinet honors two years running. Noir and Poetica both appeared on many year-end best-of summary lists, including those of Paste magazine, The New York Sun, Slate, JazzTimes and others.

Born in Tel Aviv, Israel, Anat grew up with musical siblings; her older brother Yuval is himself a saxophonist of note, and her younger brother, Avishai, is one of New York’s busiest trumpeters. She began clarinet studies at age 12 and played jazz on clarinet for the first time in the Jaffa Conservatory’s Dixieland band. At 16, she joined the school’s big band and learned to play the tenor saxophone. The same year, Anat entered the prestigious “Thelma Yelin” High School for the Arts, where she majored in jazz. After graduation, she discharged her mandatory Israeli military service duty from 1993-95, playing tenor saxophone in the Israeli Air Force band.
In 1996, Anat matriculated at Berklee College of Music in Boston. There she met faculty member Phil Wilson, who encouraged her to play clarinet, and other inspiring teachers such as Greg Hopkins, Ed Tomassi, Hal Crook, George Garzone, and Bill Pierce, and an elite international peer group of students.

During her Berklee years, Anat visited New York during breaks between semesters, making a beeline for Smalls to soak up the hybrid of grooves, world music and mainstream jazz that people like Jason Lindner and Omer Avital were then evolving. Back in Boston, she played tenor saxophone in a variety of musical contexts with various bands including Afro-Cuban, Argentinean, klezmer, contemporary Brazilian music and classical Brazilian choro. Anat also began her association with Sherrie Maricle’s top-shelf allwoman big band Diva Jazz Orchestra, which continued into the new millennium.

Once ensconced in New York, Anat quickly found work in various Brazilian ensembles like the Choro Ensemble and Duduka Da Fonseca’s Samba Jazz Quintet, and started performing with David Ostwald’s “Gully Low Jazz Band,” which explores the music of Louis Armstrong, Bix Beiderbecke, Jelly Roll Morton, Sidney Bechet and their Pan-American contemporaries. Anat documented her bona fides on her debut CD, Place and Time, one of All About Jazz-New York’s “Best Debut Albums of 2005.” On the liner notes for Notes From the Village, Ira Gitler writes “She is formidable. Long may she continue to enrich the music in myriad ways.” There is every indication that her star will continue to rise for a long time to come.

http://www.AnatCohen.com
http://www.imnworld.com/anatcohen
http://shorefiremedia.com/clients/acohen

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