Jazz and Bossa

O ponto de encontro para os fãs do Jazz e a música Brasileira

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Gal Costa

Grupo criado para homenagear a cantora Gal Costa

Site: http://www.galcosta.com.br
Membros: 41
Última atividade: 1 Out

Gal Costa




Gal Costa, nome artístico de Maria da Graça Costa Penna Burgos, (Salvador, 26 de setembro de 1945) é uma cantora brasileira.

Gal Costa é filha de Mariah Costa Pena, falecida em 1993 que foi sua grande incentivadora, e Arnaldo Burgos. Sua mãe contava que durante a gravidez passava horas concentrada ouvindo música clássica, como num ritual, com a intenção de que esse procedimento influísse na gestação e fizesse que a criança que estava por nascer fosse, de alguma forma, uma pessoa musical. Gal jamais conheceu o seu pai, que faleceu quando ela tinha por volta de 15 anos. Por volta de 1955 se torna amiga das irmãs Sandra e Dedé (Andréia) Gadelha, futuras esposas dos compositores Gilberto Gil e Caetano Veloso, respectivamente. Em 1959 ouve pela primeira vez o cantor João Gilberto cantando Chega de saudade (Tom Jobim/Vinícius de Morais) no rádio; João também exerceu uma influência muito grande na carreira da cantora, que também trabalhou como balconista da principal loja de discos de Salvador da época, a Roni Discos. Em 1963 é apresentada a Caetano Veloso por Dedé Gadelha, inciciando-se a partir uma grande amizade e profunda admiração mútua que perdura até hoje.

Carreira

Gal estreou ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Tom Zé e outros, o espetáculo Nós, por exemplo (22 de agosto de 1964), que inaugurou o Teatro Vila Velha, em Salvador. Nesse mesmo ano participou de Nova Bossa Velha, Velha Bossa Nova, no mesmo local e com os mesmos parceiros. Deixa Salvador para viver na casa da prima Nívea, no Rio de Janeiro, seguindo os passos de Maria Bethânia, que havia estourado como cantora no espetáculo Opinião.

A primeira gravação em disco se deu no disco de estréia de Maria Bethânia (1965): o duo Sol Negro (Caetano Veloso), seguido do primeiro compacto, com as canções Eu vim da Bahia, de Gil, e Sim, foi você, de Caetano - ambos lançados pela RCA, que posteriormente transformou-se em BMG (atualmente Sony BMG) - gravadora à qual Gal retornaria em 1984, com o álbum Profana. No fim do ano conhece João Gilberto pessoalmente. Participou do I Festival Internacional da Canção, em 1966, interpretando a canção Minha senhora (Gilberto Gil e Torquato Neto), que não emplacou.

O primeiro LP foi lançado em 1967, ao lado de Caetano Veloso, Domingo, pela gravadora Philips, que posteriormente transformou-se em Polygram (atualmente Universal Music), permanecendo neste selo até 1983. Desse disco fez grande sucesso a canção "Coração vagabundo", de Caetano Veloso. Participou também do III Festival de Música Popular Brasileira defendendo as canções Bom dia (Gilberto Gil/Nana Caymmi) e Dadá Maria (Renato Teixeira), esta última em dueto com o Sílvio César no Festival e com Renato Teixeira na gravação.

Em 1968 participou do disco Tropicália ou Panis et Circencis (1968), com as canções Mamãe coragem (Caetano Veloso e Torquato Neto), Parque industrial (Tom Zé) e Enquanto seu lobo não vem (Caetano Veloso), além de Baby (Caetano Veloso), o primeiro grande sucesso solo, que se tornou um clássico. No mesmo ano participa do III Festival Internacional da Canção (TV Globo), defendendo a canção Gabriela Mais Bela, (Roberto Carlos e Erasmo Carlos). Em novembro participa do IV Festival da Record defendendo a canção Divino maravilhoso (Caetano e Gil). Lançou o primeiro disco solo, Gal Costa (1969), que além de "Baby" e "Divino maravilhoso" traz "Que pena (Ele já não gosta mais de mim" (Jorge Benjor) e "Não identificado" (Caetano Veloso), todas grandes sucessos. No mesmo ano gravou o segundo disco solo, "Gal", que traz os hits "Meu nome é Gal" (Roberto e Erasmo Carlos) e "Cinema Olympia" (Caetano Veloso), desse disco gerou o espetáculo Gal!.

Em 1970 viaja para Londres para visitar Caetano Veloso e Gilberto Gil, exilados pela ditadura militar, e dessa viagem traz algumas músicas incluídas em seu disco seguinte, "Legal". Do repertório desse trabalho fizeram grande sucesso as músicas "London London" (Caetano Veloso) e "Falsa baiana" (Geraldo Pereira).

Em 1971 grava um compacto duplo importantíssimo em sua carreira, onde estão os grandes sucessos "Sua estupidez" (Roberto e Erasmo Carlos) e "Você não entende nada" (Caetano Veloso). Nesse mesmo ano realiza um dos seus shows mais importantes, "Fa-Tal", dirigido por Waly Salomão e que gravado ao vivo gerou o disco que até hoje é considerado por muuitos críticos como o mais importante de sua carreira, o "Fa-Tal / Gal a Todo Vapor", que traz grandes sucessos como "Vapor barato" (Jards Macalé - Waly Salomão), "Como 2 e 2" (Caetano Veloso) e "Pérola negra" (Luiz Melodia).

Em 1973 grava o disco "Índia", que traz os sucessos "Índia" (J. A. Flores - M. O. Guerreiro - versão José Fortuna) e "Volta" (Lupicínio Rodrigues), e desse disco faz outro show muito bem sucedido, também dirigido por Waly Salomão, "Índia". Nesse nesmo ano participa do Festival Phono 73, que gerou três discos, onde Gal gravou com sucesso as músicas "Trem das onze" (Adoniran Barbosa) e "Oração de Mãe Menininha" (Dorival Caymmi), em dueto com Maria Bethânia.

Em 1974 Gal grava o disco "Cantar", dirigido por Caetano Veloso, que traz os sucessos "Barato total" (Gilberto Gil), "Flor de maracujá" e "Até quem sabe" (ambas de João Donato e Lysia Enio) e "A rã" (João Donato e Caetano Veloso). Desse disco gerou o show "Cantar", que não foi bem recebido pelo público de Gal, por se tratar de um disco muito suave, contrastando com a imagem forte que a cantora criara a partir do movimento tropicalista.

Em 1975 Gal faz imenso sucesso ao gravar para a abertura da telenovela da Rede Globo "Gabriela" a canção "Modinha para Gabriela" (Dorival Caymmi). Desse ano também é o sucesso "Teco teco" (Pereira da Costa - Mílton Vilela), lançada em compacto. O grande sucesso da canção de Caymmi motivou a gravação do disco "Gal Canta Caymmi", lançado em 1976, que traz os hits "Só louco", "Vatapá", "São Salvador" e "Dois de fevereiro", todas de Dorival Caymmi.

Nesse mesmo ano, ao lado dos colegas Gilberto Gil, Caetano e Maria Bethânia, participa do show "Doces Bárbaros", nome do grupo batizado e idealizado por Bethânia, espetáculo que rodou o Brasil e gerou o disco Doces Bárbaros. O disco é considerado por muitos uma obra-prima; apesar disto, curiosamente na época do lançamento (1976) foi duramente criticado. Doces Bárbaros era uma típica banda hippie dos anos 70 e, ao longo dos anos, foi tema de filme, DVD, enredo da escola de samba GRES Estação Primeira de Mangueira em 1994 com o enredo Atrás da verde-e-rosa só não vai quem já morreu, já comandaram trio elétrico no carnaval de Salvador, espetáculos na praia de Copacabana e uma apresentação para a Rainha da Inglaterra. Inicialmente o disco seria gravado em estúdio, mas por sugestão de Gal e Bethânia, foi o espetáculo que ficou registrado em disco, sendo quatro daquelas canções gravadas pouco tempo antes no compacto duplo de estúdio, com as canções Esotérico, Chuckberry fields forever, São João Xangô Menino e O seu amor, todas gravações raras.

Em 1977 Gal lança o disco "Caras & Bocas", que traz os sucessos "Tigresa" (Caetano Veloso) e "Negro amor (It's all over now, baby blue)". Desse disco gerou-se o show "Com a Boca no Mundo".

Em 1978 Gal lança aquele que seria o primeiro disco de ouro de sua carreira, "Água Viva", que trouxe os sucessos "Folhetim" (Chico Buarque), "Olhos verdes" (Vicente Paiva) e "Paula e Bebeto" (Mílton Nascimento - Caetano Veloso). Desse disco surgiu o espetáculo "Gal Tropical", onde Gal Costa deu uma virada em sua carreira, mudando drásticamente de imagem, passando de musa hippie para uma cantora mais madura, sensual e chic. O show "Gal Tropical" foi um imenso sucesso de público e crítica, e gerou o disco "Gal Tropical", em que Gal cantou alguns dos maiores sucessos de sua carreira, como "Balancê" (João de Barro - Alberto Ribeiro), "Força estranha" (Caetano Veloso), "Noites cariocas" (Jacob do Bandolim - Hermínio Bello de Carvalho), além das regravações dos grandes sucessos "Índia" e "Meu nome é Gal".

Desde a década de 1960, quando surgiram os especiais do Festival de Música Popular Brasileira (TV Record) até o final da década de 1980, a televisão brasileira foi marcada pelo sucesso dos espetáculos transmitidos; apresentando os novos talentos registravam índices recordes de audiência. Gal Costa participou do especial Mulher 80 (Rede Globo), um desses momentos marcantes da televisão. O programa exibiu uma série de entrevistas e musicais cujo tema era a mulher e a discussão do papel feminino na sociedade de então abordando esta temática no contexto da música nacional e da inegável preponderância das vozes femininas, com Maria Bethânia, Gal Costa, Elis Regina, Fafá de Belém, Zezé Motta, Marina Lima, Simone Bittencourt de Oliveira, Rita Lee, Joanna e as participações especiais das atrizes Regina Duarte e Narjara Turetta, que protagonizaram o seriado Malu Mulher.

Em 1980 Gal gravou o disco "Aquarela do Brasil", focado na obra do compositor Ary Barroso, e que trouxe hits como "É luxo só" (Ary Barroso - Luiz Peixoto), "Aquarela do Brasil", "Na Baixa do Sapateiro", "Camisa amarela" e "No tabuleiro da baiana" (todas de Ary Barroso).

Em 1981 Gal estreou o show "Fantasia", um grande fracasso de crítica, mas que gerou um dos mais bem sucedidos discos de sua carreira, tanto de público quanto de crítica, o premiado "Fantasia", que trouxe vários sucessos, como "Meu bem meu mal", "Massa real" (ambas de Caetano Veloso), "Açaí", "Faltando um pedaço" (ambas de Djavan), "O amor" (Caetano Veloso - Ney Costa Santos - Vladmir Maiakovski), "Canta Brasil" (David Nasser - Alcir Pires Vermelho) e "Festa do interior" (Moraes Moreira - Abel Silva). Com o grande sucesso do disco, Gal convidou Waly Salomão para dirigir o show "Festa do Interior" que a redimiu do grande fracasso do show "Fantasia".

Em 1982 Gal gravou outro disco de sucesso, "Minha Voz", em que se destacaram as gravações de "Azul" (Djavan), "Dom de iludir", "Luz do sol" (ambas de Caetano Veloso), "Bloco do prazer" (Moraes Moreira - Fausto Nilo), "Verbos do amor" (João Donato e Abel Silva) e "Pegando fogo" (Francisco Mattoso - José Maria de Abreu).

Em 1983 Gal grava outro disco bem sucedido comercialmente, "Baby Gal", que também se tornou um show, e que trouxe os sucessos "Mil perdões" (Chico Buarque), "Rumba louca" (Moacyr Albuquerque - Tavinho Paes), além da regravação de "Baby".

Originalmente idealizado para a montagem do ballet teatro do Balé Teatro Guaíra (Curitiba, 1982), o espetáculo O Grande Circo Místico foi lançado em 1983. Gal Costa integrou o grupo seleto de artistas da MPB que viajaram pelo país apresentando o projeto, um dos maiores e mais completos espetáculos teatrais, para uma platéia de mais de 200 mil pessoas, em quase 200 apresentações. Gal Costa interpretou a canção A História de Lili Braun, musicado pela dupla Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo conta a história de amor entre um aristocrata e uma acrobata e a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knie, que vagava pelo mundo nas primeiras décadas do século.

Em 1984 Gal deixa a gravadora Philips e assina contrato com a RCA, onde grava o disco "Profana", que traz os hits "Chuva de prata" (Ed Wilson - Ronaldo Bastos), "Nada mais (Lately)" (Stevie Wonder - versão: Ronaldo Bastos) e "Vaca profana" (Caetano Veloso).

Em 1985 grava o disco "Bem Bom", com os sucessos "Sorte" (Celso Fonseca - Ronaldo Bastos), cantada em dupla com Caetano Veloso, e "Um dia de domingo" (Michael Sullivan - Paulo Massadas), em dupla com Tim Maia.

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura e feminismo, cantou no coro da versão brasileira de We are the world, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes numa criação coletiva, surgiu o compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.

Em atitude que surpreendeu muitos dos fãs, em fevereiro deste mesmo ano, posou nua para a edição 127 da extinta revista Status, poucos meses antes de completar quarenta anos.

Lançou em 1987 o disco e o espetáculo Lua de Mel Como o Diabo Gosta, um fracasso de crítica, mas que trouxe mais alguns sucessos à carreira da cantora: "Lua de mel" (Lulu Santos), "Me faz bem" (Mílton Nascimento - Fernando Brant) e "Viver e reviver (Here, there, and everywhere)" (Lennon - McCartney - versão: Fausto Nilo).

Em 1988 Gal grava com grande sucesso a música "Brasil" (Cazuza - Nilo Romero - George Israel) para a abertura da novela da Rede Glovo "Vale tudo".

Em 1990 gravou o disco "Plural", que traz os sucessos de "Alguém me disse" (Jair Amorim - Evaldo Gouveia), "Nua idéia" (João Donato - Caetano Veloso) e "Cabelo" (Jorge Benjor - Arnaldo antunes).

Em 1992 lança o disco "Gal", com repertório em boa parte extraído do show "Plural", e do qual fez sucesso a música "Caminhos cruzados" (Tom Jobim - Newton Mendonça).

Em 1994, reuniu-se com Gil, Caetano e Bethânia, na quadra da escola de samba Mangueira, para o show "Doces Bárbaros na Mangueira", que comemorou os 18 anos dos Doces Bárbaros.

Em 1994 Gal lançou o disco "O sorriso do gato de Alice", com o sucesso "Nuvem negra" (Djavan). Desse disco gerou-se o show de mesmo nome, com direção de Gerald Thomas, que causou polêmica por Gal cantar a música "Brasil" com os seios nus.

Em 1995, lançou "Mina d'água do meu canto", trazendo apenas composições de Chico Buarque e Caetano Veloso, e do qual fez sucesso a música "Futuros amantes" (Chico Buarque).

Em 1997, gravou o CD "Acústico MTV", no qual cantou vários sucessos de sua carreira e lançou com sucesso uma nova versão de "Lanterna dos Afogados", cantando ao lado do autor da canção, Herbert Vianna.

Em 1998 gravou o CD "Aquele frevo axé", com o hit "Imunização racional (Que beleza)" (Tim Maia), e, em 1999, lançou um disco duplo ao vivo "Gal Costa Canta Tom Jobim Ao Vivo", cantando somente clássicos do repertório de Antônio Carlos Jobim.

Em 2001, gravou o CD "Gal de tantos amores", contendo a música "Caminhos do mar" (Dorival Caymmi, Danilo Caymmi e Dudu Falcão). Nesse mesmo ano, foi incluída no Hall of Fame do Carnegie Hall, após participar do show "40 anos de Bossa Nova", em homenagem a Tom Jobim, ao lado de César Camargo Mariano e outros artistas.

Em 2002, lançou o CD "Bossa Tropical", no qual registrou a faixa "Socorro" (Alice Ruiz e Arnaldo Antunes), sucesso originalmente gravado pela cantora Cássia Eller.

Em 2003 lançou o CD "Todas as coisas e eu", contendo clássicos da MPB, como "Nossos momentos" (Haroldo Barbosa - Luis Reis), que fez sucesso.

Em 2005, lançou pela gravadora Trama o CD "Hoje", produzido por César Camargo Mariano, onde Gal reuniu várias canções novas de compositores pouco conhecidos do grande público, tendo se destacado "Mar e sol" (Carlos Rennó e Lokua Kanza).

Em 2006 realiza temporada na casa de shows Blue Note, em Nova York, espetáculo que é gravado e lançado em setembro no CD "Gal Costa Live At The Blue Note", lançado originalmente nos Estados Unidos e Japão e somente em 2007 no Brasil. Ainda em 2006 lança pela gravadora Trama o CD e DVD "Gal Costa Ao Vivo", gravados durante a temporada do show "Hoje".

Discografia

Universal Music/Philips/Polygram

* Domingo (com Caetano Veloso) (1967)
* Gal Costa (1969)
* Gal (1969)
* Legal (1969)
* Fa-Tal / Gal a Todo Vapor - ao vivo (1971)
* Índia (1973)
* Temporada de verão - ao vivo na Bahia (com Caetano Veloso e Gilberto Gil) (1974)
* Cantar (1974)
* Gal Canta Caymmi (1976)
* Doces Bábaros - ao vivo (com Caetano Veloso, Gilbeto Gil e Maria Bethânia) (1976)
* Caras e Bocas (1977)
* Água Viva (1978)
* Gal Tropical (1979)
* Aquarela do Brasil (1980)
* Fantasia (1981)
* Minha Voz (1982)
* Baby Gal (1983)

Sony BMG/BMG/RCA

* Profana (1984)
* Bem Bom (1985)
* Lua de Mel Como o Diabo Gosta (1987)
* Plural (1990)
* Gal (1992)
* O Soriso do Gato de Alice (1993)
* Mina d'Água do Meu Canto (1995)
* Acústico MTV - ao vivo (1997)
* Aquele Frevo Axé (1998)
* Gal Costa Canta Tom Jobim Ao Vivo (1999)
* Gal de Tantos Amores (2001)

Abril Music

* Bossa Tropical (2002)

Indie Records

* Todas as Coisas e Eu (2003)

Trama

* Hoje (2005)
* Gal Costa Live At The Blue Note (2006)
* Gal Costa Ao Vivo (2006)

DVD

* Acústico MTv 1997
* Gal Costa Canta Tom Jobim Ao Vivo 2000
* Outros (Doces) Bárbaros 2004
* Ensaio 2005
* Roda Viva 2005
* Gal Costa Ao Vivo 2006

Participações

Em álbuns de outros artistas

* Circuladô, Caetano Veloso, O Cu Do Mundo
* 20 Anos, Convida Boca Livre, Ponta de Areia
* Joyce Joyce, Mistérios
* Rita Lee, Bossa N'Roll ao Vivo, Rita Lee, Mania de Você
* Duetos com Mestre Lua, Luiz Gonzaga, Forró Nº 1
* Tom Jobim e Convidados, Tom Jobim, Tema de amor por Gabriela
* O Melhor de Mercedes Sosa, Mercedes Sosa, Volver a Los 17
* Maria Bethânia, Maria Bethânia, Oração de Mãe Menininha
* Acústico e Ao Vivo, Vários, Flor da pele (Pot-pourri)
* Maria Bethânia - Novo Millennium, Maria Bethânia, Sonho Meu
* Maria Bethânia - Novo Millennium, Maria Bethânia, Oração de Mãe Menininha
* Essas Parcerias, Francis Hime, Um Dueto
* Bethânia Revisitada, Maria Bethânia, Sonho meu

Em DVD de outros artistas

* Carnaval, Balancê
* Carnaval, Pegando fogo
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Oração de Mãe Menininha
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Sebastiana
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Trem das onze
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Sebastiana
* Phono 73 - O Canto De Um Povo, Orações de Mãe Bethânia
* Show Viva Brasil em Paris, Garota de Ipanema
* Show Viva Brasil em Paris, Falsa Baiana

Televisão

Participação em especiais de TV

* Mulher 80 - Globo'79
* Maria da Graça Costa Pena Burgos - Globo
* Programa do Faustão Rede Globo - 98
* Gal e Caetano no Metropolitan RJ - Multishow
* SBT Repórter comemorativo dos 50 anos
* Noite de Reveillon / 96 -
* Projeto Atlântico - RTP1
* Índia / 1973 - Rede Bandeirantes
* Gal - Rede Manchete / 1994
* Baby Gal- Rede Globo
* Gal canta Tom Jobim - Direct TV (nov/1999)

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5 Comentários

Heloísa Bellini Comentário de Heloísa Bellini em 7 março 2009 às 21:35
SALVE, SALVE A MAIOR CANTORA DO BRASIL.
SARAVÁ!!!
Wilbert Sostre Comentário de Wilbert Sostre em 7 dezembro 2008 às 15:23
Manny Cepeda Ritmo Caribe Comentário de Manny Cepeda Ritmo Caribe em 7 dezembro 2008 às 15:05
Thanks so much for the invite. Anyone have any videos of her?
Thanks.... Manny
Claudia Martinez Comentário de Claudia Martinez em 1 dezembro 2008 às 0:06
LA AMO! GRACIAS LUIS!
Wilbert Sostre Comentário de Wilbert Sostre em 27 novembro 2008 às 14:08
 

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Artista da semana

Artista da semana (novembro 8 - 14) - Miguel Zenón

Artista da Semana - Miguel Zenón




http://www.miguelzenon.com/index.htm



Miguel Zenón Bio

“This young musician and composer is at once reestablishing the artistic, cultural, and social tradition of jazz while creating an entirely new jazz language for the 21st century.”

--MacArthur Foundation,2008.

Guggenheim and MacArthur Fellow Miguel Zenón was born and raised in San Juan, Puerto Rico. There, he studied classical saxophone at the famed Escuela Libre de Musica. Although Zenón was exposed to jazz while in high school, it wasn’t until he began his studies at the Berklee School of Music that his formal jazz training began. After graduating from Berklee, Zenón received a scholarship to attend Manhattan School of Music and in 2001, he received a Masters in Saxophone Performance. The distinguished list of educators he has studied with include: Angel Marrero, Leslie Lopez, Rafael Martinez, Danilo Perez, Dick Oatts, Dave Liebman, George Garzone and Bill Pierce.

In his relatively short, but rather illustrious career, Zenón has performed and/or recorded with a quite a diverse array of artists including: David Sanchez, Charlie Haden, The Village Vanguard Orchestra, Bobby Hutcherson, Bob Moses and Mozamba, The Either Orchestra, Guillermo Klein y Los Guachos, The Mingus Big Band, Jerry Gonzalez & The Fort Apache Band, Ray Barretto, and Steve Coleman, among others.

In 2004 Zenón was asked to become one of the founding members of the SF Jazz Collective; an octet whose past and present members include Joshua Redman, Bobby Hutcherson, Nicholas Payton, Joe Lovano, Dave Douglas and Brian Blade. The members, who participate in a residency period where they workshop and rehearse new music, divide their time (roughly two months) between composing, performing and teaching. The SF Jazz Collective has toured in the US, Canada, Asia, and Europe and to date, have released five critically acclaimed live recordings, garnering them a spot in the Downbeat Critic’s Poll Rising Star Small Group category in both 2006 and 2007 – an honor which, coincidentally, they shared with Zenón’s own quartet.

The Saxophonist and Composer has released four recordings as a Leader. His debut CD Looking Forward, was selected by the New York Times as the number one independent jazz record of 2002. In 2004, after being one of the first artists signed to Marsalis Music, he released the critically acclaimed Ceremonial. This same year also marked the beginning of three consecutive years on the top of the Downbeat Critic’s Poll in the Rising Star Alto Sax category. Zenón topped that category as well in 2008,making that the fourth time in the last five years. In 2005 Zenón was honored by Billboard magazine as one of the “Faces to Watch-- 30 Under 30: Top Young Acts and Executives.” That year Zenón also released Jibaro, a tribute to the "Musica Jibara" of Puerto Rico and commissioned by a grant from the New York State Council of the Arts. Like his previous recordings, Jibaro was uniformly well received and appeared on many top ten lists including The New York Times, Latin Beat, El Nuevo Dia, and the Chicago Tribune. In 2006, the readers of Jazz Times Magazine voted him the Best New Artist of the Year. Awake, his fourth recording as a leader was released in April 2008. It was chosen as one of the Best Jazz Cd's of 2008 by Jazz.com, Jazz Improv Magazine, Cuadernos de Jazz, JazzTimes and El Nuevo Dia, among others. (Read Reviews)

In addition to touring extensively throughout the US and Europe and Latin America with his quartet, Zenón has made teaching a priority in his professional career. In 2003, as part of the Kennedy Center’s Jazz Ambassador’s Program, Zenón’s quartet was selected to teach and perform throughout West Africa. Since then he as done master classes, clinics and/or residencies in such diverse institutions as the Banff Centre, University of Manitoba, LeMoyne College, UMASS-Amherst, the Brubeck Institute, Berklee College of Music, Conservatoire de Paris, Rotterdam Conservatory, Manhattan School of Music, Amsterdam Conservatory and the Diaz Institute. Zenón also serves as a private saxophone instructor at The New School for Jazz and Contemporary Music in New York. Starting in the Fall of 2009, Zenón will be joining the Jazz Faculty at the New England Corservatory in Boston,MA.

In April 2008 Zenón received a fellowship from the prestigious John Simon Guggenheim Foundation to work on his next project, which focused on Plena Music from Puerto Rico. Later that year he was one of 25 distinguished individuals chosen to receive the coveted MacArthur Grant, also know as the “Genius Grant”.

Artista da Semana: Dani Gurgel (novembro 1 - 7)

Artista da Semana - Dani Gurgel



Biografia

DANI GURGEL trilhou uma escalada de instrumento a instrumento até encontrar o seu: a voz. Como instrumentista foram 15 anos. Dani foi saxofonista da big band regida por Roberto Sion e da banda que acompanhava o Zimbo Trio. Foi quando nasceram suas primeiras músicas que começou a cantá-las, despretensiosamente, no grupo de compositores “Quincas”.

Ao montar o repertório de seu primeiro show solo, após bastante dedicação ao novo instrumento, Dani Gurgel decidiu-se pelas canções de seus contemporâneos, ao invés das já consagradas. Assim surgiu a série de shows “Dani Gurgel e Novos Compositores”, que direcionou o repertório de seus três discos e foi tema do concerto que fez junto com a Orquestra Tom Jobim, como convidada e curadora.

A cantora e compositora foi vencedora na categoria música popular do Prêmio Nascente, mantido pela USP, onde se formou em Comunicação Social. Da faculdade, ela traz o interesse pelas mudanças na música com o digital, já abordado no seu trabalho de conclusão de curso em 2007, e também a busca incansável por novos meios de levar seu som até o público.

AGORA – Dani Gurgel e Novos Compositores, terceiro disco da cantora e compositora paulistana Dani Gurgel, é inspirado na série de shows homônima apresentada em 2007, na qual Dani convidava seus contemporâneos a participarem dos shows e apresentarem suas músicas. O novo trabalho reúne canções inéditas e conta com a participação de 23 jovens músicos da nova cena musical brasileira. Um trabalho eclético, amarrado pela interpretação de Dani, combinada com cada convidado. Brincando, vai do jazz ao pop. Há sambas, como “Linha na Pipa”, de Vinicius Calderoni, grooves, por exemplo, “Clinch”, de Danilo Moraes e Ricardo Teté, e outros quase eruditos, como a canção “Depois”, parceria de Dani com Tatiana Parra.
credits
released 16 September 2009
Produzido por Thiago Rabello
Co-produzido e idealizado por Dani Gurgel

Dani Gurgel [voz]
Thiago Rabello [bateria]
Debora Gurgel [piano]
Daniel Amorin [baixo acústico e elétrico]
Michi Ruzitschka [violão e guitarra]
André Kurchal [percussão]

Participação especial:
Conrado Goys [violão] em "Lé com Cré"
Jaziel Gomes [trombone] em "Clinch"
Ubaldo Versolato [clarinete e clarone] em "Lé com Cré" e "Depois"

E os compositores, que participam em suas respectivas canções:
Rafa Barreto, Vinicius Calderoni, Danilo Moraes, Ricardo Teté, Dani Black, Leo Versolato, Tatiana Parra, Tó Brandileone, Leo Bianchini, Demetrius Lulo, Wagner Barbosa, Ricardo Barros.


http://www.danigurgel.com.br/musica/index.html


Dani Gurgel - Neneca from Dani Gurgel on Vimeo.

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