Jazz and Bossa

O ponto de encontro para os fãs do Jazz e a música Brasileira

Informação

Tom Jobim

Grupo criado para reunir fãs e admiradores do Maestro Antônio Carlos Jobim.

Site: http://www2.uol.com.br/tomjobim/index_flash.htm
Local: Porto Alegre - RS
Membros: 81
Última atividade: 22 Out




Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido como Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro.

É considerado um dos maiores expoentes da música brasileira e um dos criadores do movimento da Bossa Nova. Tom Jobim é um dos nomes que melhor representa a música brasileira na segunda metade do século XX e é praticamente uma unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.

Biografia

Nasceu no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro e um ano depois a família mudou-se para Ipanema, onde foi criado. A ausência do pai durante a infância e adolescência lhe impôs um contido ressentimento, desenvolvendo no maestro, uma profunda relação com a tristeza e o romantismo melódico, transferido peculiarmente para as construções harmônicas e melódicas. Aprendeu a tocar violão e piano em aulas, entre outros, com o professor alemão Hans-Joachim Koellreutter, introdutor da técnica dodecafônica no Brasil.

Vida pessoal

No dia 15 de outubro de 1949, Antônio Carlos Jobim casou-se com Thereza Otero Hermanny, com quem teve dois filhos, Paulo (n. 1950) e Elizabeth (1957).

Em 30 de abril de 1986, ele casou-se com a fotógrafa e vocalista da extinta Banda Nova Ana Beatriz Lontra, que tinha a mesma idade de sua filha Elizabeth. Tom e sua segunda esposa tiveram dois filhos juntos, João Francisco (1979) e Maria Luiza (1987).

Trajetória profissional

Pensou em trabalhar como arquiteto e chegou a se empregar em um escritório, mas logo desistiu e resolveu ser pianista. Tocava em bares e boates em Copacabana, como no Beco das Garrafas no início dos anos 50, até que em 1952 foi contratado como arranjador pela gravadora Continental. Além dos arranjos, também tinha a função de transcrever para a pauta as melodias de compositores que não dominavam a escrita musical. Datam dessa época as primeiras composições.

A primeira canção gravada, Incerteza (com Newton Mendonça), na voz de Mauricy Moura. Tereza da Praia, parceria com Billy Blanco, gravada por Lúcio Alves e Dick Farney pela Continental (1954), foi o primeiro sucesso. Depois disso participou de gravações e compôs com Billy Blanco a Sinfonia do Rio de Janeiro, além de outras parcerias com a cantora e compositora Dolores Duran (Se é por Falta de Adeus, Por Causa de Você).

Em 1956 musicou a peça Orfeu da Conceição com Vinícius de Moraes, que se tornou um de seus parceiros mais constantes. Dessa peça fez bastante sucesso a canção antológica Se Todos Fossem Iguais a Você, gravada diversas vezes. Tom Jobim fez parte do núcleo embrionário da bossa nova. O LP Canção do Amor Demais (1958), em parceria com Vinícius, e interpretaçãoes de Elizeth Cardoso, foi acompanhado pelo violão de um baiano até então desconhecido, João Gilberto. A orquestração é considerada um marco inaugural da bossa nova, pela originalidade das melodias e harmonias. Inclui, entre outras, Canção do Amor Demais, Chega de Saudade e Eu Não Existo sem Você. A consolidação da bossa nova como estilo musical veio logo em seguida com o 78 rotações Chega de Saudade, interpretado por João Gilberto, lançado em 1959, com arranjos e direção musical de Tom, selou os rumos que a música popular brasileira tomaria dali para frente. No mesmo ano foi a vez de Sílvia Telles gravar Amor de Gente Moça, um disco com 12 canções de Tom, entre elas Só em Teus Braços, Dindi (com Aloysio de Oliveira) e A Felicidade (com Vinícius).

Tom foi um dos destaques do Festival de Bossa Nova do Carnegie Hall, em Nova York em 1962. No ano seguinte compôs, com Vinícius, um dos maiores sucessos e possivelmente a canção brasileira mais executada no exterior: Garota de Ipanema. Nos anos de 1962 e 1963 a quantidade de "clássicos" produzidos por Tom é impressionante: Samba do Avião, Só Danço Samba (com Vinícius), Ela é Carioca (com Vinícius), O Morro Não Tem Vez, Inútil Paisagem (com Aloysio), Vivo Sonhando. Nos Estados Unidos gravou discos (o primeiro individual foi The Composer of 'Desafinado' Plays, de 1965), participou de espetáculos e fundou sua própria editora, a Corcovado Music.

O sucesso fora do Brasil o fez voltar aos EUA em 1967 para gravar com um dos grandes mitos americanos, Frank Sinatra. O disco Francis Albert Sinatra e Antônio Carlos Jobim, com arranjos de Claus Ogerman, incluiu versões em inglês das canções de Tom (The Girl From Ipanema, How Insensitive, Dindi, Quiet Night of Quiet Stars) e composições americanas, como I Concentrate On You, de Cole Porter. No fim dos anos 60, depois de lançar o disco Wave (com a faixa-título, Triste, Lamento entre outras instrumentais), participou de festivais no Brasil, conquistando o primeiro lugar no III Festival Internacional da Canção (Rede Globo), com Sabiá, parceria com Chico Buarque, interpretado por Cynara e Cybele, do Quarteto em Cy. Sabiá conquistou o júri, mas não o público, que vaiou ostensivamente a interpretação diante dos constrangidos compositores.

Aprofundando seus estudos musicais, adquirindo influências de compositores eruditos, principalmente Villa-Lobos e Debussy, Tom Jobim prosseguiu gravando e compondo músicas vocais e instrumentais de rara inspiração, juntando harmonias do jazz (Stone Flower) e elementos tipicamente brasileiros, fruto de suas pesquisas sobre a cultura brasileira. É o caso de "Matita Perê" e "Urubu", lançados na década de 70, que marcam a aliança entre a sofisticação harmônica de Tom e sua qualidade de letrista. São desses dois discos Águas de Março, Ana Luiza, Lígia, Correnteza, O Boto, Ângela. Também nessa época grava discos com outros artistas, casos de Elis e Tom, com Elis Regina, Miúcha e Tom Jobim e Edu e Tom. Passarim, de 1987, é a obra de um compositor já consagrado, que pode desenvolver seu trabalho sem qualquer receio, acompanhado por uma banda grande, a Banda Nova. Além da faixa-título, Gabriela, Luiza, Chansong, Borzeguim e Anos Dourados (com Chico Buarque) são os destaques.

Nordeste já

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura, cantou, ainda que com uma participação individual diminuta, no coro da versão brasileira de We are the world, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste Já (1985) abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.

É difícil escolher os mais significativos entre os mais de 50 discos de que participou, como intérprete ou arranjador. Todos eles têm algo de inovador, de diferente e especial. Seu último CD, Antônio Brasileiro, foi lançado em 1994, pouco antes da sua morte, em dezembro, nos EUA.

Biografias foram lançadas, entre elas Antônio Carlos Jobim, um Homem Iluminado, de sua irmã Helena Jobim, Antônio Carlos Jobim - Uma Biografia, de Sérgio Cabral, e Tons sobre Tom, de Márcia Cezimbra, Tárik de Souza e Tessy Callado.

O maestro no Brasil e no exterior

Inexplicavelmente, a genialidade de Tom Jobim continua sempre mais reconhecida nos palcos internacionais que entre os brasileiros, que estão em melhores condições de apreciar a beleza de suas canções, por exemplo no que se refere à concatenação melodia e letra. Como traduzir "Caingá candeia, é o Matita Pereira(...)" "Passarinho na mão, pedra de atiradeira(...)" da canção "Águas de Março"?

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro foi renomeado Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antônio Carlos Jobim ', só por pressão junto ao Congresso Nacional de uma comissão de notáveis, formada por Chico Buarque, Oscar Niemeyer, João Ubaldo Ribeiro, Antônio Cândido, Antônio Houaiss e Edu Lobo, criada e pessoalmente coordenada pelo crítico Ricardo Cravo Albin.

Fórum de discussão

Wilbert Sostre

Música de Jobim

Iniciado por Wilbert Sostre 2. Dez, 2008.

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12 Comentários

Heloísa Bellini Comentário de Heloísa Bellini em 19 março 2009 às 12:34
Quantos tons... bons tons do ótimo TOM.
Obrigada, quanta honra participar do grupo de fãs DELE que foi e É uma unanimidade Internacional.
Beijos,
Heloísa Bellini
ZaRiYa Comentário de ZaRiYa em 27 fevereiro 2009 às 3:07
La sensualidad... Tom Jobim
;)
Mauro Paulo Comentário de Mauro Paulo em 22 fevereiro 2009 às 6:03
Adoro Tom Jobim, ele foi um Musico por completo
Nabil Hazboun Comentário de Nabil Hazboun em 12 janeiro 2009 às 7:36
MUSICA ETERNA
Manny Cepeda Ritmo Caribe Comentário de Manny Cepeda Ritmo Caribe em 7 dezembro 2008 às 15:08
I consider myself one of the lucky ones who personally met Antonio in Ipanema Beach during my travels. I've written some bossa novas and his mentorship comes out beautifully with all his great advice! ...Manny
Yoli Planagumá Comentário de Yoli Planagumá em 30 novembro 2008 às 13:29
Amei-o desde que o vi pela 1ª Vez!
MILTON E. RUSS II / NANTAMBU Comentário de MILTON E. RUSS II / NANTAMBU em 29 novembro 2008 às 0:50
BROVO !

MILTON
Fernando Roman Project Comentário de Fernando Roman Project em 28 novembro 2008 às 22:06
O Tom sempre foi o meu compositor, o musico e o Brasileiro preferido.
Wilbert Sostre Comentário de Wilbert Sostre em 26 novembro 2008 às 13:09
A música de Jobim foi a primeira música que ouvi do Brasil. Especificamente o album de Stan Getz com Joao e Astrud Gilberto cantando as cançoes de Jobim. Foi amor à primeira "ouvida".

celso krause Comentário de celso krause em 26 novembro 2008 às 10:10
Obrigado pelo convite,Tom Jobim,pra mim(e com certeza,para 99%do publico inteligente e sensível também)é um dos maiores gênios da história da musica não só tendo o Brasil ,como pra ao mundo!!Partcicipar de um grupo que enalteça a obra do mestre é uma honra!
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Artista da semana

Artista da semana (novembro 8 - 14) - Miguel Zenón

Artista da Semana - Miguel Zenón




http://www.miguelzenon.com/index.htm



Miguel Zenón Bio

“This young musician and composer is at once reestablishing the artistic, cultural, and social tradition of jazz while creating an entirely new jazz language for the 21st century.”

--MacArthur Foundation,2008.

Guggenheim and MacArthur Fellow Miguel Zenón was born and raised in San Juan, Puerto Rico. There, he studied classical saxophone at the famed Escuela Libre de Musica. Although Zenón was exposed to jazz while in high school, it wasn’t until he began his studies at the Berklee School of Music that his formal jazz training began. After graduating from Berklee, Zenón received a scholarship to attend Manhattan School of Music and in 2001, he received a Masters in Saxophone Performance. The distinguished list of educators he has studied with include: Angel Marrero, Leslie Lopez, Rafael Martinez, Danilo Perez, Dick Oatts, Dave Liebman, George Garzone and Bill Pierce.

In his relatively short, but rather illustrious career, Zenón has performed and/or recorded with a quite a diverse array of artists including: David Sanchez, Charlie Haden, The Village Vanguard Orchestra, Bobby Hutcherson, Bob Moses and Mozamba, The Either Orchestra, Guillermo Klein y Los Guachos, The Mingus Big Band, Jerry Gonzalez & The Fort Apache Band, Ray Barretto, and Steve Coleman, among others.

In 2004 Zenón was asked to become one of the founding members of the SF Jazz Collective; an octet whose past and present members include Joshua Redman, Bobby Hutcherson, Nicholas Payton, Joe Lovano, Dave Douglas and Brian Blade. The members, who participate in a residency period where they workshop and rehearse new music, divide their time (roughly two months) between composing, performing and teaching. The SF Jazz Collective has toured in the US, Canada, Asia, and Europe and to date, have released five critically acclaimed live recordings, garnering them a spot in the Downbeat Critic’s Poll Rising Star Small Group category in both 2006 and 2007 – an honor which, coincidentally, they shared with Zenón’s own quartet.

The Saxophonist and Composer has released four recordings as a Leader. His debut CD Looking Forward, was selected by the New York Times as the number one independent jazz record of 2002. In 2004, after being one of the first artists signed to Marsalis Music, he released the critically acclaimed Ceremonial. This same year also marked the beginning of three consecutive years on the top of the Downbeat Critic’s Poll in the Rising Star Alto Sax category. Zenón topped that category as well in 2008,making that the fourth time in the last five years. In 2005 Zenón was honored by Billboard magazine as one of the “Faces to Watch-- 30 Under 30: Top Young Acts and Executives.” That year Zenón also released Jibaro, a tribute to the "Musica Jibara" of Puerto Rico and commissioned by a grant from the New York State Council of the Arts. Like his previous recordings, Jibaro was uniformly well received and appeared on many top ten lists including The New York Times, Latin Beat, El Nuevo Dia, and the Chicago Tribune. In 2006, the readers of Jazz Times Magazine voted him the Best New Artist of the Year. Awake, his fourth recording as a leader was released in April 2008. It was chosen as one of the Best Jazz Cd's of 2008 by Jazz.com, Jazz Improv Magazine, Cuadernos de Jazz, JazzTimes and El Nuevo Dia, among others. (Read Reviews)

In addition to touring extensively throughout the US and Europe and Latin America with his quartet, Zenón has made teaching a priority in his professional career. In 2003, as part of the Kennedy Center’s Jazz Ambassador’s Program, Zenón’s quartet was selected to teach and perform throughout West Africa. Since then he as done master classes, clinics and/or residencies in such diverse institutions as the Banff Centre, University of Manitoba, LeMoyne College, UMASS-Amherst, the Brubeck Institute, Berklee College of Music, Conservatoire de Paris, Rotterdam Conservatory, Manhattan School of Music, Amsterdam Conservatory and the Diaz Institute. Zenón also serves as a private saxophone instructor at The New School for Jazz and Contemporary Music in New York. Starting in the Fall of 2009, Zenón will be joining the Jazz Faculty at the New England Corservatory in Boston,MA.

In April 2008 Zenón received a fellowship from the prestigious John Simon Guggenheim Foundation to work on his next project, which focused on Plena Music from Puerto Rico. Later that year he was one of 25 distinguished individuals chosen to receive the coveted MacArthur Grant, also know as the “Genius Grant”.

Artista da Semana: Dani Gurgel (novembro 1 - 7)

Artista da Semana - Dani Gurgel



Biografia

DANI GURGEL trilhou uma escalada de instrumento a instrumento até encontrar o seu: a voz. Como instrumentista foram 15 anos. Dani foi saxofonista da big band regida por Roberto Sion e da banda que acompanhava o Zimbo Trio. Foi quando nasceram suas primeiras músicas que começou a cantá-las, despretensiosamente, no grupo de compositores “Quincas”.

Ao montar o repertório de seu primeiro show solo, após bastante dedicação ao novo instrumento, Dani Gurgel decidiu-se pelas canções de seus contemporâneos, ao invés das já consagradas. Assim surgiu a série de shows “Dani Gurgel e Novos Compositores”, que direcionou o repertório de seus três discos e foi tema do concerto que fez junto com a Orquestra Tom Jobim, como convidada e curadora.

A cantora e compositora foi vencedora na categoria música popular do Prêmio Nascente, mantido pela USP, onde se formou em Comunicação Social. Da faculdade, ela traz o interesse pelas mudanças na música com o digital, já abordado no seu trabalho de conclusão de curso em 2007, e também a busca incansável por novos meios de levar seu som até o público.

AGORA – Dani Gurgel e Novos Compositores, terceiro disco da cantora e compositora paulistana Dani Gurgel, é inspirado na série de shows homônima apresentada em 2007, na qual Dani convidava seus contemporâneos a participarem dos shows e apresentarem suas músicas. O novo trabalho reúne canções inéditas e conta com a participação de 23 jovens músicos da nova cena musical brasileira. Um trabalho eclético, amarrado pela interpretação de Dani, combinada com cada convidado. Brincando, vai do jazz ao pop. Há sambas, como “Linha na Pipa”, de Vinicius Calderoni, grooves, por exemplo, “Clinch”, de Danilo Moraes e Ricardo Teté, e outros quase eruditos, como a canção “Depois”, parceria de Dani com Tatiana Parra.
credits
released 16 September 2009
Produzido por Thiago Rabello
Co-produzido e idealizado por Dani Gurgel

Dani Gurgel [voz]
Thiago Rabello [bateria]
Debora Gurgel [piano]
Daniel Amorin [baixo acústico e elétrico]
Michi Ruzitschka [violão e guitarra]
André Kurchal [percussão]

Participação especial:
Conrado Goys [violão] em "Lé com Cré"
Jaziel Gomes [trombone] em "Clinch"
Ubaldo Versolato [clarinete e clarone] em "Lé com Cré" e "Depois"

E os compositores, que participam em suas respectivas canções:
Rafa Barreto, Vinicius Calderoni, Danilo Moraes, Ricardo Teté, Dani Black, Leo Versolato, Tatiana Parra, Tó Brandileone, Leo Bianchini, Demetrius Lulo, Wagner Barbosa, Ricardo Barros.


http://www.danigurgel.com.br/musica/index.html


Dani Gurgel - Neneca from Dani Gurgel on Vimeo.

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