Sou do avesso e dos extremos.
Estigma de quem tem Escorpião por signo solar; Câncer, por ascendente; Lua em Áries.
Nasci mineira, cresci paulistana, aprendi a ser carioca
Antes de tudo, mulher!
Me formei jornalista, me tornei articulista, hoje sou escritora.
A poesia ajuda-me a enlouquecer de maneira sã.
A água de Escorpião e Câncer, elemento vital, me traz vida e bons fluídos. O fogo de Áries me aquece, me faz entrar em "ebulição". Tenho a intuição por companheira.
Comportamento e Vida a Dois são temas que eu domino.
Porém, sosseguem: ainda não me decidi a escrever um livro de auto-ajuda. Material sobre esses temas, tenho de sobra.
A cor vermelha, que dá tom às minhas flores prediletas,
e cor ao sangue que corre em minhas veias de franco-libanesa, reflete em mim a paixão pela vida.
Deixei para trás a sedução da Loba, que vagava por estepes e tundras frias, uivando em tempos de Lua cheia.
Vivo, hoje, a longevidade da Águia, voando alto sobre as montanhas, cada vez mais perto do Céu, em busca da sabedoria.
Acostumada a viver na noite, a madrugada é meu palco de inspiração. Meus gostos são simples e fáceis de realizar.
Aprecio as pessoas de caráter e inteligência transparentes.
Os covardes, abomino!
Aberta a novas amizades, adoro conversar sobre assuntos diversos. Não sou preconceituosa. Nem tenho reserva quanto ao que as pessoas pensam sobre a vida (delas).
Aquele (a) que quiser caminhar ao meu lado,
partilhando do mel e do céu, que seja bem-vindo (a).
Descendente de Eva, estou nesse mundo há muito tempo.
O que sinto em relação à vida, escrevo.
Música Favorita (Favorite music):
Clássica, Bossa nova, MPB de qualidade, Jazz (instrumental e fusion), Blue, Rag Time, Gospell, Rock progressivo, Pop Rock, Samba de raíz ... No jazz, gosto especialmente dos saxofonistas John Coltrane, Ron Carter e, um mais atual, Kenny G. Miles Davis, trompetista, é trilha sonora das minhas melhores noites. Claro que a divas do jazz não poderiam ficar de fora: Billy Holliday (a melhor de todas), Bessie Smith (que influenciou Janis Joplin), Ella Fitsgerald, Natalie Cool, Nina Simone, Tina Turner... Gosto também de Whainey Shorter, Whinton Marsallis, ambos trompetistas, e do tecladista Thelonious Monk, entre outros.
Filmes (Movies):
O primeiro que assisti e que marcou minha vida: A Noviça Rebelde, hoje no teatro. Entretanto, não há regras fixas que justifiquem a adoração que se cria em torno de certos filmes. Casablanca, que assisti ainda menina, é o exemplo de um cult movie: 44 anos após ter sido produzido, esta realização do húngaro Michael Curtiz (1888-1962) permanece intacta como o exemplo de o maior filme romântico, resistindo aos modismos e a parafernália cinematográfica. Gosto mais da versão p&b, que valoriza a fotografia. Por isso, meus cineastas preferidos são os alemães Rainer Werner Fassbinder, Werner Herzog, Wim Wenders, Fritz Lang, que fizeram e fazem a história do cinema alemão, e por que não dizer, do cinema mundial, uma vez que esses diretores produziram filmes que influenciaram a cinematografia mundial. Uma outra hora, cito os títulos que mais gosto de cada um. Uma amostra grátis: Querelle, de Fassbinder; Alice nas Cidades, de Win Wenders. Durante os anos 60, o cinema da Alemanha Oriental ocupou uma posição intermediária entre as cinematografias da Europa Ocidental e do Leste Europeu. Alguns cineastas sofreram influências visíveis da Nouvelle Vague francesa e do British New Cinema, fazendo surgir no país a consciência do papel social desempenhado pelo cinema.
Como não posso citar todos os filmes que gosto, vamos a alguns títulos: O Piano (de Jane Campion), Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore), Sociedade dos Poetas Mortos (Peter Weir), Sem Destino (Dennis Hopper), Piap - Um Hino ao Amor (Oliver Dahan), Tempos Modernos (só para citar um dos filmes de Charles Chaplin), Roma, Cidade Aberta (Roberto Rossellini), O Cão Andaluz (de Luiz Buñuel), Amarcord (de Frederico Fellini), Chinatow (de Roman Polanski). Cito ainda: O estranho no ninho (com Jack Nicholson), Tommy (ópera rock do The Who), Ran (de Akira Kurosawa), Era Uma Vez Na América (de Sérgio Leone),O Nome da Rosa (de Jean-Jacques Annaud)... Também gosto de comédias românticas (Tomates Verder Fritos, de Jon Avinet). E o cinema nacional tem bons titulos, que vale conferir.
Libros (Books):
Esta aí um ítem difícil de resumir. O livro de todos os tempos: Hamlet, de W. Shakespeare (e toda sua obra). Livros de cabeceira: Cem Anos de Solidão, Gabriel Garcia Marques, A Teia da Vida, de Fritjof Capra, O Perfume, de Patrick Süskind. Posso citar autores preferidos: Machado de Assis, Cecília Meireles, Clarice Lispector, Adélia Prado, Guimarães Rosa, Carlos Drumond de Andrade, Augusto dos Anjos, Fernando Pessoa (e seus heterônimos), Jean Jacques Rosseau, Luigi Pirandello, Frederico Garcia Lorca, Afnso Romano D'Santtana, Rubem Alves, Rachel de Queiroz, e muitos outros. À medida que for lembrando, vou acrescentando.
Olho-te com olhos demorados
Exótico verde
Olhar quente
Lava de vulcão
Abro teus fingimentos
Invado o tecido onde ainda te escondes
Minha língua desce
Escorrega
Cantando em ti
Em minha boca o mapa do
Teu corpo
Passeio entre teus relevos
Teus aromas embriagam-me
Minhas carícias orais inquietam
Abusam
Mordem dentes
Lambe língua
Drena suspiros desesperados
Atiça estrondos
Destempero
Bebo-te no encaixe que se move entre
Tuas coxas
Arrepios secretos roubam-me sorrisos
Linguajares gesticulam
Acenam
Ins… Continuar
Sou arquipélago
Bizarro
Rodeada de horizontes
Vermelhos
Nua
Sem corpo ou
Alma
Caminho em
Solidão ressequida
O sol mistura-se
À orgia das águas
Alaranjada espuma
Minha poesia é assim:
Vem ao anoitecer
Brilha um brilho suspiro
Depois se põe
Cobre o mundo de
Uma mágica penumbra
Que a lua chama de nova
Estou desse jeito
Ampla
Descaradamente apaixonada
Deliberadamente desejando
Mas sinto uma tristeza
Hoje
Nessa praia
Nessa quietude
Brinco hilárias coreografias
Solto a voz em
Enlouquecido grito
Navego… Continuar
Jorra tua voz em
Impulsos inevitáveis
Flecha insinuante
Faz alvo em mim
Crava olhos em meus
Disfarces labirintos
Clarabóia por onde
Broto
Detecta-me com teus
Sons inexatos
Coabitas vontades futuras que
Obstinam teu corpo ebulição
Fervor inquieto
Espinheiro em beira de encosta
Seiva curtida em penhasco
Caminha indolente em meio às
Ondas
Debulhando em marés os teus
Poemas
Encena-te em dunas carrossel
Manobra fetiches acenados
Vedete decomposta em
Nós
Amarra-me em secretas mímicas
Faz-me teu andari… Continuar
Warning: file_get_contents(http:visible"><embed src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" quality="high" FlashVars="ql=2&src1=http://pic90.picturetrail.com/VOL2334/11815604/flicks/1/6121848" wmode="transparent" bgcolor="#000000" width="460" height="350" name="acrobat_cube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" style="height:350px;width:460px" type="application/x-shockwave-flash"></embed><p style="whitespace:no-wrap;margin-top:10px;height:24px) [function.file-get-contents]: failed to open stream: No such file or directory in /apps/socialnetworkmain/widgets/feed/lib/SimplePie/simplepie.inc on line 7795
Da primeira à última palavra Depois da exaustão inflexível que Silenciosamente abarca meus poemas Poso Cálice virgem de excitação tinto Saudades buquê Aroma violino Pálida entre travesseiros Em teus ensaios lascivos Permeados de poses libertinas Não tenho como evitar Tua conquista distraída em palavras dinamite Teus gestos de linguajar faminto Que me seda Embriaguês silábica Labial Vulgar vogal Sou lava em tua boca Cumplicidade em surdina É o meu jeito (in) verso Em cada esquina Te pego inusitado Saboreio-te conquistado Paixão chama sob medida Vaga valsas de silêncio Nos passos delirantes dessa história Bailo nas ilhas de teu corpo Na areia que salga tua pele No encontro de almas Gêmeas (?) Chego a ti em borbulhas Lábios lambuzados de cachoeiras Mananciais perolados Nos veios tesos Negros Rabiscados em teu peito pelos Meus dentes tigrados Invado teus meios Com palavras sujas Causo frenesi em teu trânsito Em teus cruzamentos Em teus faróis Caos cativante das desamarrações Da expulsão da mesmice poética Desocultemos nossas enfermas (in) quietações Esperas Conformismos Clandestinas tentativas poéticas Vendem-te palavras falsificadas Querem-te pela metade (meio gesto meio escondido) Trago-te palpitação nas páginas Cios de encadernações orgasmos Quero-te inteiro Completo Desde o primeiro pulsar Até os terremotos horrendos Atravesso trepidações Maremotos suarentos Grunhidos dos calores De posse dos despojos Entrego-te carinhos Armo cenas Roço lábios em tua nuca (co) lapso de tempo Assim é esse poema Marginal Saltimbanco Despenteado Relativo Germe (de nós)
* Poema tergiversado em Palavras Sujas, de Silroad_Saxman
MENDONÇA, Silvia - Mural dos Escritores - URL: muraldosescritores.ning.com/profile/SilviaMendonca - 05 de agosto de 2009
MENDONÇA, Silvia - Poemas a Flor da Pele - URL:http://poemasaflordapele.ning.com/profiles/blogs/poema-marginal - 02/10/2009
MENDONÇA, Silvia - Jazz and Bossa - Url: http://jazznbossa.ning.com/profile/SilviaMendonca - 03/10/2009
(Arte: FlordeLys/Foto: Web)
Escorpião, não me "entrego"; Fênix, ressurjo das cinzas; Águia, busco alívio nas alturas; Loba, farejo um predador à distância; mulher, descendo de Eva: sei o que é ser expulsa do "paraíso" por "comer" da árvore do conhecimento.
Assim, convivo com a bênção e a maldição, o santo e profano, o real e o mistico, o amor e ódio, a paixão e a entrega, o ganho e a perda há milênios.
Pois sou aquela que traz a alma no céu da boca, na ponta da língua, no canto esquerdo do peito, onde, por acaso, mora o coração.
Se conheço os "cantos" da mulher, nos dois sentidos, não foi por mérito, foi por precisão. Não sei se tenho todos "os ângulos e arestas arredondados", pois ainda me "arranho", tropeço.
E, por esse mesmo motivo, costumo, em meus poemas, deixar um fio solto aqui, outro ali, sem arremate, para poder recomeçar se for o caso.
Nenhuma obra é pronta e acabada. Com a minha, não tenho essa pretensão. Quanto a usar, e abusar, da sensualidade em meus escritos, sem ser vulgar, acredito ser uma mulher bem resolvida sexualmente; sem pudores ou hipocrisia - e me coloco inteira em meus poemas. Eu os vejo como a um espelho.
Mitológica sereia, aprendi a (en) cantar, dando ao outro a chance de ceder ou não. A isso chamo respeito!
Deusa, não cobro trabalhos "hercúleos" daquele que me deseja. Apenas amor!
Feiticeira (wicca), não "cozinho" sortilégios em caldeirão nas noites de lua cheia para ter o que, ou quem, eu quero. Conquisto com meu charme e beleza naturais.
Pitonisa, não adivinho ou "invento" acontecimentos para impressionar. Uso outros métodos, até mais impressionantes.
Não leio o destino das pessoas em borra de café; nem em conjunções astrais.
A vida é feita de escolhas - e muda de rumo num piscar de olhos.
Antes de tudo, mulher! Mulher que conta o tempo a partir de então: viro a ampulheta, deixo que os dias se escoem. Eu os vivo, é certo, mais como uma obra em desconstrução, dissolvendo-me, diluindo-me.
"Quem me vê assim cantando, não sabe nada de mim". Algo assim, tão sem nexo, a procura de um "eu" que eu possa sê-lo. Vou-me descosturando com o passar dos anos, sem deixar de coser os furos na manta que mal cobre a minha nudez, exposta tantas vezes em carne viva em meus poemas.
Se eu fosse uma errante, teria partido; se eu fosse um trem, estaria atrasada.
Como diz Dom Quixote, "A mi solo faltó lo que a todos los desdichados sobra (...) No hay memória a quiem el tiempo no acabe, nim dolor que muerte no le consuma".
Sites onde pode ser encontrada: http://brasilpoesias.ning.com/profile/SilviaMendonca http//jazznbossa.ning.com/profile/silviamendonca http://textolivre.com/autores/silviamendonca http://poemasaflordapele.ning.com/profile/silviamendonca http://delasnievedaspet.ning.com/profile/SilviaMendonca http://www.myspace.com/sapatinhosvermelhos http://sapatinhosvermelhos2009.blogspot.com/ http://www.orkut.com.br/silviamendonca http://www.ning.com/silviamendonca62 http://www.facebook.com/profile/silviamendonca
(SAPATINHOS VERMELHOS, desenho de Kelly Smith)
Endereços de e-mail: sapatinhosvermelhos2008@hotmail.com silviammdias@gmail.com
Caixa de Recados (72 comentários)
Você precisa ser um membro de Jazz and Bossa para adicionar comentários!
Oi Silvia!! Também eu às vezes dou uma pausa para refletir ou mesmo para ficar só comigo mesma a descansar a mente. Feliz sempre por você que é uma pessoa muito linda!! Paz e Bem sempre!!
Querida Silvia:
Siempre leo tus comentarios, y queria agradecerte por la riqueza que aportas a muchas de las paginas que estan por ahi. Saber transmitir sentimientos no es una tarea facil y quellos que tienen ese maravilloso don, son herramientas , canales de expresion eternamente añorados por los inexpresivos!! Entonces , tu musica, tu voz, tu palabra se convierten en una riqueza maravilllosa, un tesoro... probablemente unico para vos y para muchos otros abiertos a esa hermosa manera de relacionarte. Te felicito y espero que tengas una vida tan fascinante como la mente que la domina. Cariños. Magda
É preciso respeitar melhor a vida
no amor que traz a paz que é tão bem vida.
Amar para se ter além do passional
e o coração valer o ser humano universal.
É preciso respeitar as diferenças
e não se equiparar ao que é hostil nas desavenças.
Lutar contra a mantença desigual
que forja o algoz na força do poder irracional.
Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.
É preciso ter no olhar a flor da vida,
trazer a luz do sol nas mãos amanhecidas.
E perceber o amor no menor gesto natural
para valer o sonho mais presente mais real.
Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.
E afinal poder sorrir
como quem vai feliz viver,
a manter a crença e o seu proceder na paz.
Semear a vida no ideal de colher
o que virá depois
pra ser alegria imensa para um, mais dois, mais!
Viver a vida pelo que foi e será, é e será!
Olá, Sílvia!
Perdie a ausência. Viajei à Europa entre fevereiro
e março e quando voltei, minha mãe estava muito
doente. Estou empenhada no dever de cuidar dela.
Uma linda noite de domingo pra vc!
Beijos!
Nació en Buenos Aires. Se formó en el Conservatorio Nacional de Música L. Buchardo en canto, con los maestros Roberto Britos y África De Retes. En la escuela de teatro de Agustín Alezzo se formó como actriz. Trabajó en distintas obras de teatro, como “Vino de Ciruela” (dirección: Rubén Pires) y en musicales como “Nine” (dirección: David Leveaux), “Gotan” y “El romance del Romeo y la Julieta” (dirigidas por Manuel G. Gil) entre otras. Abocada al jazz y a la bossa nova desde el año 1995, realizó presentaciones en todo el circuito porteño y festivales de jazz. Su carrera solista la llevó a grabar su primer CD: “LP” en el año 2003, el que presentó en distintos teatros de Bs. As: teatro PTE. ALVEAR, teatro ND ATENEO, LA TRASTIENDA, teatro LA COMEDIA (Rosario), etc. En el año 2005 gana el Premio KONEX a mejor intérprete solista de jazz y recientemente lanza su segundo CD: BABY!
Nominaciones: 1996- Premio ACE. Revelación por “Gotán” 2003- Premio Estrella de Mar por mejor musical unipersonal 2003- Premio ACE mejor actriz por “Vino de ciruela”
Jazz vocalist Pauline Jean is a native New Yorker of Haitian descent. In 2007 Pauline graduated cum laude from the Berklee College of Music with a BM degree in Vocal Performance. After graduating from Berklee, Pauline returned to New York and immediately became actively involved in the music community. Pauline has been building on the classic art form of jazz by adding her own fresh approach. Her repertoire includes original compositions, unique arrangements of the standards, blues and traditional Afro-Haitian music fused with jazz. Her musical renditions are performed both in English and in her parents’ native tongue kreyòl. Pauline's velvety voice has a range from the low resonance and earthiness of the great Sarah Vaughan to the electrifying voltage of Nina Simone.
Her extraordinary performances have led her to share the stage with a variety of musicians such as Nina Simone’s percussionist Leopoldo Fleming, Randy Weston, Dave Valentin, Ted Curson, Terri Lyne Carrington, Ingrid Jensen, Miriam Sullivan, Luis Perdomo, Alvin Atkinson, Jr., Buyu Ambroise and Emeline Michel.
Pauline has been featured in many venues such as: Lincoln Center, United Nations, Scullers Jazz Club, St. Peter’s Church, Metropolitan Room, Kitano, Chelsea Art Museum, Zinc Bar, Minton's Playhouse, Cachaca, SOB’s, Sage Theater, Enzo’s Jazz Room and the Berklee Performance Center. She has also performed at the 2nd Annual Women in Jazz Festival, the JVC Jazz Festival-New York, the Haitian Jazz Festival and the St. Kitts-Nevis SAS Jazz Reggae Vibes Festival.
Her most recent successes include performing at the 44th International Pori Jazz Festival in Finland and a tribute to Nina Simone at The Cabaret at the Connoisseur Room in Indianapolis, where she was celebrated with standing ovations by an enthusiastic audience for three stellar performances.
Pauline released her debut CD A Musical Offering in June 2009. The album is stirring and best described as swingin’, bluesy and soulful. Musicians on this project include: Sharp Radway (piano), Corcoran Holt (bass), Alvin Atkinson, Jr. (drums), McClenty Hunter (drums), Markus Schwartz (percussion), Marcelo Woloski (percussion), Jean Caze (trumpet) and Thaddeus Hogarth (harmonica).
For more information about Pauline, please visit her website at www.paulinejean.com.
FOR BOOKING INQUIRIES PLEASE EMAIL: pauline@paulinejean.com
An established bandleader and prolific composer, idiomatically conversant with modern and traditional jazz, classical music, Brazilian choro, Argentine tango, and an expansive timeline of Afro-Cuban styles, Anat Cohen has established herself as one of the primary voices of her generation on both the tenor saxophone and clarinet since arriving in New York in 1999.
In September 2008, Anat Cohen released Notes From The Village, her fourth album as a leader. Recorded at Avatar studios in New York City, the album builds on Cohen's acclaimed 2007 releases, captures the thrilling energy of her live shows, and proves her to be an artistically adventurous writer and performer. Notes From The Village finds Anat leading a quartet of some of the most sought-after, engaging young performers in New York, including pianist Jason Lindner, bassist Omer Avital, and drummer Daniel Freedman, with accompaniment from guitarist Gilad Hekselman on three tracks. The album features compositions written by Cohen as well as her interpretations of songs by Fats Waller, John Coltrane, Sam Cooke and Ernesto Lecuona.
“In preparing for the recording,” says Anat “I really wanted to capture the free, risk-taking, open quality this band achieves when performing live. I also wanted to stretch my compositions, and arrangements.” Early responses to the album have been overwhelmingly positive; The New York Times’ Nate Chinen wrote that “Notes From The Village is a resounding confirmation; yes, she is the real deal”, DownBeat Magazine awarded the release four stars, stating that “Cohen makes it seem easy, mixing a gift for melody and an improvisational fluidity that has few peers today.” Anat’s previous outings, Noir and Poetica were released simultaneously in April 2007, inspiring a string of enthusiastic reviews. The Washington Post said that “Cohen has emerged as one of the brightest, most original young instrumentalists in jazz [...] [she] has expanded the vocabulary of jazz with a distinctive accent of her own.” The Village Voice spoke of her “Enviable insouciance” and how “she alludes to the mystical in a merry way,” and Downbeat magazine expressed the opinion that “Noir could be a classic” and “[Cohen’s] stately intonation and unforced elegance on clarinet could take her to the top.”
Anat has performed for audiences in New York’s Village Vanguard, Jazz Standard, Iridium, The Jazz Gallery, and the JVC Jazz Festival. She has also appeared at the Chicago Jazz Festival, Washington DC’s Kennedy Center, San Francisco’s Yoshi's, Boston’s Regattabar, the North Sea Jazz Festival, the Monterey Jazz Festival, and the Montreal Jazz Festival. Anat’s July 2007 engagement at the Village Vanguard in New York was a historic one; Anat is the first female reed player, and the first Israeli to headline at the club. Ms. Cohen’s accomplishments have been recognized in a flurry of awards and distinctions from critics and fans alike; She topped the Rising Star- Clarinet category in DownBeat Magazine’s critics poll in both 2007 and 2008, and placed prominently in a total of four categories including Rising Star Jazz Artist - where she ranked second and was the only female artist to make the list. Anat was also mentioned on DownBeat’s readers poll in 2007 and 2008. The Jazz Journalists Association named Anat Cohen Clarinetist of the Year by in both 2007 and 2008 – the first time in the history of the awards that an artist has earned top clarinet honors two years running. Noir and Poetica both appeared on many year-end best-of summary lists, including those of Paste magazine, The New York Sun, Slate, JazzTimes and others.
Born in Tel Aviv, Israel, Anat grew up with musical siblings; her older brother Yuval is himself a saxophonist of note, and her younger brother, Avishai, is one of New York’s busiest trumpeters. She began clarinet studies at age 12 and played jazz on clarinet for the first time in the Jaffa Conservatory’s Dixieland band. At 16, she joined the school’s big band and learned to play the tenor saxophone. The same year, Anat entered the prestigious “Thelma Yelin” High School for the Arts, where she majored in jazz. After graduation, she discharged her mandatory Israeli military service duty from 1993-95, playing tenor saxophone in the Israeli Air Force band. In 1996, Anat matriculated at Berklee College of Music in Boston. There she met faculty member Phil Wilson, who encouraged her to play clarinet, and other inspiring teachers such as Greg Hopkins, Ed Tomassi, Hal Crook, George Garzone, and Bill Pierce, and an elite international peer group of students.
During her Berklee years, Anat visited New York during breaks between semesters, making a beeline for Smalls to soak up the hybrid of grooves, world music and mainstream jazz that people like Jason Lindner and Omer Avital were then evolving. Back in Boston, she played tenor saxophone in a variety of musical contexts with various bands including Afro-Cuban, Argentinean, klezmer, contemporary Brazilian music and classical Brazilian choro. Anat also began her association with Sherrie Maricle’s top-shelf allwoman big band Diva Jazz Orchestra, which continued into the new millennium.
Once ensconced in New York, Anat quickly found work in various Brazilian ensembles like the Choro Ensemble and Duduka Da Fonseca’s Samba Jazz Quintet, and started performing with David Ostwald’s “Gully Low Jazz Band,” which explores the music of Louis Armstrong, Bix Beiderbecke, Jelly Roll Morton, Sidney Bechet and their Pan-American contemporaries. Anat documented her bona fides on her debut CD, Place and Time, one of All About Jazz-New York’s “Best Debut Albums of 2005.” On the liner notes for Notes From the Village, Ira Gitler writes “She is formidable. Long may she continue to enrich the music in myriad ways.” There is every indication that her star will continue to rise for a long time to come.
Caixa de Recados (72 comentários)
Você precisa ser um membro de Jazz and Bossa para adicionar comentários!
Entrar nesta rede social
BJOS DE LUZ E SEJA SEMPRE BEM VINDA.
Maravillosa!
F.E.
Siempre leo tus comentarios, y queria agradecerte por la riqueza que aportas a muchas de las paginas que estan por ahi. Saber transmitir sentimientos no es una tarea facil y quellos que tienen ese maravilloso don, son herramientas , canales de expresion eternamente añorados por los inexpresivos!! Entonces , tu musica, tu voz, tu palabra se convierten en una riqueza maravilllosa, un tesoro... probablemente unico para vos y para muchos otros abiertos a esa hermosa manera de relacionarte. Te felicito y espero que tengas una vida tan fascinante como la mente que la domina. Cariños. Magda
Letra & música de Luiz Alberto Machado
É preciso respeitar melhor a vida
no amor que traz a paz que é tão bem vida.
Amar para se ter além do passional
e o coração valer o ser humano universal.
É preciso respeitar as diferenças
e não se equiparar ao que é hostil nas desavenças.
Lutar contra a mantença desigual
que forja o algoz na força do poder irracional.
Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.
É preciso ter no olhar a flor da vida,
trazer a luz do sol nas mãos amanhecidas.
E perceber o amor no menor gesto natural
para valer o sonho mais presente mais real.
Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.
E afinal poder sorrir
como quem vai feliz viver,
a manter a crença e o seu proceder na paz.
Semear a vida no ideal de colher
o que virá depois
pra ser alegria imensa para um, mais dois, mais!
Viver a vida pelo que foi e será, é e será!
© www.luizalbertomachado.com.br
Veja o clipe desta canção acessando http://www.youtube.com/watch?v=GxzlihHqIrI ou baixe em mp3 acessando http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=24909
Perdie a ausência. Viajei à Europa entre fevereiro
e março e quando voltei, minha mãe estava muito
doente. Estou empenhada no dever de cuidar dela.
Uma linda noite de domingo pra vc!
Beijos!
estou leendo as belas poesias adoro vc
Beijao
Ver todos os comentários